História

Especial – 20 anos sem Luiz Gonzaga

Vinte anos depois da morte de Luiz Gonzaga, o som de sua sanfona está cada vez mais presente nas salas de reboco das casas do sertão e nos mais diversos auditórios e palanques, enchendo de emoção e lirismo platéias de todas as categorias sociais.

“Derde” 1912, no nascimento, e 1941, o começo de tudo, às décadas de 1950,1960,1970 e 1980, o Brasil se deslumbrou com a arte de Gonzagão. Nordestinos no Sul, retirantes, homens, mulheres, artistas e intelectuais, todos se renderam à sua infinita obra. Em 1989, ele partiu para outro mundo, depois de morrer em Recife, se despedir do povo de Juazeiro de Norte, voltar para Exu, e entrar eternamente para a etenidade. Definitivamenbte, ao cantar e difundir a cultura do seu provo, Gonzaga virou um mito nordestino.

Em Exu, Pernambuco, sua terra natal, a programação comemorativa aos 20 anos da morte do Rei do Baião foi aberta, ontem, com uma “roda de sanfona”, debaixo de um pé de juazeiro, no Parque Asa Branca. Em Juazeiro do Norte, sanfoneiros do Crato, Juazeiro do Norte e Barbalha homenagearam o velho “Lua” com uma retreta de sanfonas em torno de seu busto, na Praça do Memorial. Com forma também de homenagem e resgate da memória de Gonzagão, o poder público quer tombar Parque Asa Branca como Patrimônio Imaterial.

O forró pé-de-serra, introduzido no Brasil pelo Luiz Gonzaga na década de 40, conquista o mercado, concorrendo com outros ritmos brasileiros e estrangeiros. “O baião, coco, rojão, quadrilha, xaxado e xote caracterizam o forró e tem cheiro de carne de bode assada”, comparou o velho Gonzagão, acrescentando que é uma música com a cara do Nordeste, que canta, ri, chora e “faz pouco” do seu secular sofrimento.

Luiz do Nascimento Gonzaga nasceu no dia 13 de dezembro de 1912, na Fazenda Caiçara, município de Exu, ao lado da casa onde morou a heroína cearense Bárbara de Alencar. Morreu no dia 2 de agosto de 1989, no Hospital Santa Joana, no Recife (PE), onde estava internado há 42 dias. Seu corpo foi velado na Assembléia Legislativa de Pernambuco e enterrado na capela do Parque Asa Branca, em Exu, sua cidade natal.

A escola gonzagueana está cada vez mais presente na vida das novas gerações, vindas das mais diversas categorias sociais. O vendedor de discos José Amilton Silva, proprietário da loja “Amilton Som”, diz que Gonzagão continua sendo o maior vendedor de CDs do Cariri. “De vez em quando aparece uma novidade, um cantor novo que desponta no cenário artístico nacional, mas desaparece, enquanto a venda de discos de Gonzaga é constante”, afirma.

Amilton, que vende discos desde 1963, destaca que “Luiz Gonzaga interpretou o Nordeste em carne e osso, a poesia do povo, tradicional ou improvisada, transformada em canção, é um dos fenômenos mais ricos da cultura popular, pelo enfoque permanente de elementos históricos, tradicionais, emocionais e sociais”. Ele foi o primeiro músico assumir a nordestinidade representada pela sanfona e pelo chapéu de couro. “Cantou as dores e os amores de um povo que ainda não tinha voz”.

Herança Cultural

O mais legítimo representante da arte de Luiz Gonzaga é o neto de Januário e sobrinho de Gonzagão, João Januário Maciel, conhecido por Joquinha Gonzaga que, apesar de ter nascido no Rio de Janeiro, assimilou a cultura nordestina. Herdou do tio, Gonzagão, a mesma “puxada” de sanfona. “Essa puxada eu conheço, é a mesma de Januário”, dizia Luiz Gonzaga, referindo-se ao sobrinho estimado.

Luiz e Joquinha percorreram o Brasil cantando a música “Dá Licença P`rá Mais Um”, em que o Rei do Baião apresentava seu substituto, cantando: “Se é de pai pra filho/ de filho para pai/ de sobrinho pra tio/ alguma coisa sai/ então vou por aí/por este mundo vou/ usando esta herança do meu tio e do vovô.

Com residência na cidade de Exu (PE), Joquinha é um das mais requisitados sanfoneiros da região. Hoje, Joquinha Gonzaga é um dos grandes nomes do forró autêntico, com uma discografia de uma média de 15 LPs e CDs, com destaque para o CD Cantos e Causos, de Gonzagão, gravado em 2006, em que o artista fala de “causos” que presenciou nas viagens que fez com o tio Lula, canta músicas conhecidas de Gonzagão, de compositores conhecidos nacionais e regionais, e também de sua autoria.

A escola gonzagueana está presente no meio universitário. Três acadêmicos do curso de Direito da Universidade Regional do Cariri (Urca), Marcos Eduardo, sanfoneiro; Robson Andrade, triângulo e voz, e Emerson Miranda, zabumba e voz, formaram o trio “Forró Direito” inspirados no Rei do Baião.

Asa Branca será tombado

O Rei do Baião, ou Luiz Gonzaga do Nascimento, era filho do lavrador e sanfoneiro Januário José Santos; e da agricultora e dona de casa Ana Batista de Jesus. Desde criança se interessou pela sanfona de oito baixos do pai, a quem ajudava tocando zabumba e cantando em festas religiosas, feiras e forrós. Saiu de casa em 1930 para servir o Exército como voluntário, mas já era conhecido como sanfoneiro.

Gonzaga viajou pelo Brasil como corneteiro e, de vez em quando, se apresentava em festas, tocando sanfona. Foi morar no Rio de Janeiro, levando sua primeira sanfona nova. Passou a tocar na Lapa, passando o chapéu para recolher dinheiro. Começou a participar de programas de calouros, inicialmente sem êxito, até que, no Programa de Ary Barroso, na Rádio Nacional, solou uma música sua, “Vira e mexe”, e ficou em primeiro lugar. Começou a participar de programas de rádio, até ser convidado para gravar como solista, em 1941.

Prosseguiu fazendo programas de rádios, que estavam no auge e tinham artistas contratados. Trabalhou na Rádio Clube do Brasil e na Rádio Tamoio, e prosseguia gravando seus mais de 50 solos de sanfona. Em 1943, já na Rádio Nacional, passou a se vestir como vaqueiro nordestino. A parceria com Miguel Lima decolou, com os sucessos: “Dança, Mariquinha” e “Cortando Pano”, “Penerô Xerém” e “Dezessete e Setecentos”, agora gravadas pelo sanfoneiro e, também cantor, Luiz Lua Gonzaga.

Agora é o poder público que pretende resgatar a memória de Luiz Gonzaga. O Parque Asa Branca, em Exu, no Sertão Pernambucano, deve ser tombado como Patrimônio Imaterial. O espaço foi criado por Luiz Gonzaga para servir de memorial dos ritmos nordestinos. A decisão foi tomada durante reunião realizada pelo Ministério Público Federal (MPF) em Serra Talhada (PE), presidida pelo procurador da República, Alfredo Carlos Gonzaga Falcão Júnior.

O tombamento é um ato administrativo realizado pelo poder público com o objetivo de preservar, por intermédio da aplicação de legislação específica, bens de valor histórico, cultural, arquitetônico, ambiental e também de valor afetivo para a população, impedindo que venham a ser destruídos ou descaracterizados. A administradora do Parque, Clemilce Parente, explica que o objetivo não é vender o acervo ao Governo do Estado. Não existe nenhum compromisso neste sentido. “A família, que comprou o parque, deseja manter a memória de Luiz Gonzaga”, garante.

Participaram representantes do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Organização Não-Governamental Parque Asa Branca, responsável pela administração do lugar. Esta semana, uma equipe da Fundarpe e do Iphan esteve em Exu, com o objetivo de concluir o inventário dos bens móveis e imóveis herdados por Luiz Gonzaga e consultar o Departamento de Patrimônio Imaterial do órgão, em Brasília, sobre a possibilidade de registrar a obra e vida de Luiz Gonzaga como patrimônio imaterial.

O Parque Asa Branca situa-se na zona rural do município de Exu, a cerca de 630 quilômetros do Recife. É considerado um dos mais significativos locais de preservação da memória do Rei do Baião.

Propriedade
A propriedade, comprada pelo próprio Luiz Gonzaga e com cerca de 15 mil metros quadrados, conta com museu, palcos para apresentações artísticas, além do mausoléu do cantor e casa onde viveu Luiz Gonzaga

 
Após sua morte, o local foi transformado em um memorial com objetos pessoais do artista como sanfonas, fotos, armas e trajes de cangaceiro que ele colecionava, além dos mausoléus dele, da mulher e dos pais. A administração da casa é hoje feita pela ONG Parque Asa Branca, que adquiriu a maior parte do local. O dinheiro para manutenção provém dos visitantes, que pagam R$ 2 pela entrada.

A arrecadação é insuficiente para manter o acervo, reconhece Clemilce Parente, advertindo que tem muita coisa danificada para ser recuperada como, por exemplo, a estrutura de madeira da casa de Gonzagão, que vem sendo comprometida pelo cupim e as próprias paredes da residência. Clemilce espera que o Governo do Estado restaure o que foi danificado.

Durante sua jornada, Luiz Gonzaga tornou-se parceiro do cearense Humberto Teixeira, de Iguatu. Neste momento, sedimentou o ritmo do baião.

 

Humberto Teixeira fortaleceu parceria

A parceria com o advogado e compositor Humberto Teixeira, a partir de 1945, assegurou ao músico e sanfoneiro Luiz Gonzaga, o início de uma carreira de sucesso. Atribui-se aos dois, a criação do ritmo conhecido por Baião. A música mais famosa cantada pelo rei do baião é “Asa Branca”, uma das primeiras composições da dupla, que chegou à década de 1950 fazendo sucesso e compondo outras canções que iriam divulgar pelo Brasil a fora.

Nascido em Iguatu, o advogado Humberto Teixeira é responsável pelo início da carreira de sucesso de Luiz Gonzaga e pela reafirmação do ritmo baião. A discografia da dupla, ainda hoje, integra o rol dos principais sucessos. Além de “Asa Branca”, destacam-se: “Juazeiro”, “Paraíba”, “Assum Preto”, “Baião de Dois”, “Qui nem Jiló”, “No meu pé de serra” e “Kalu”.

O músico, cantor e compositor, Dominguinhos, no ano passado, quando esteve nesta cidade, realizando show durante o Iguatu Festeiro, fez questão de homenagear a dupla e frisou: “Tudo começou com Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira. Graças a eles, que estamos aqui”. Apesar da estreita ligação entre os dois precursores do baião, Iguatu não costuma homenagear por ocasião da passagem de aniversário de morte ou de nascimento, Luiz Gonzaga e nem seu filho, Humberto Teixeira. As datas terminam esquecidas por todos.

O poder público já prestou homenagens aos dois músicos, em diversas ocasiões, mas quando promove eventos juninos, mesmo fora de época. Não há programação prevista para este 2 de agosto, quando Gonzagão completa 20 anos de morte. Mesmo na vizinha cidade de Cedro, que anualmente há uma programação festiva para homenagear o aniversário de nascimento de Luiz Gonzaga, a cada 13 de dezembro, não há para hoje, atividade que lembre a data na região.

O forró autêntico, o baião, arrasta-pé, conhecido popularmente por pé-de-serra, tem seu espaço garantido e resiste em meio à avalanche do forró dito eletrônico e de inúmeras bandas cuja denominação às vezes beira o mau gosto. Há público específico, que curte e adora as músicas de Luiz Gonzaga. “Até hoje só gosto do forró se for de Luiz Gonzaga”, disse o aposentado Olavo Pinto. “Essas é que são músicas de verdade”.

O farmacêutico e bioquímico, Joan Marques, é um pesquisador da obra e da vida de Luiz Gonzaga. Em sua casa, na cidade de Cedro, guarda, num baú, um acervo dos antigos discos de vinil. São 40, todos autografados por Gonzagão. Faltam apenas dois para ter a coletânea completa. Reúne também CDs, com composições regravadas, fotos, recortes de jornais e de revistas com reportagens sobre o artista, meia dúzia de livros, além de fitas com entrevistas feitas na cidade de Exu, em Pernambuco, e em Cedro, quando da visita do “Rei do Baião”.

 
Uma breve biografia do Rei do Baião

O Rei do Baião, ou Luiz Gonzaga do Nascimento, era filho do lavrador e sanfoneiro Januário José Santos; e da agricultora e dona de casa Ana Batista de Jesus. Desde criança se interessou pela sanfona de oito baixos do pai, a quem ajudava tocando zabumba e cantando em festas religiosas, feiras e forrós. Saiu de casa em 1930 para servir o Exército como voluntário, mas já era conhecido como sanfoneiro.

Ele viajou pelo Brasil como corneteiro e, de vez em quando, se apresentava em festas, tocando sanfona. Foi morar no Rio de Janeiro, levando sua primeira sanfona nova. Passou a tocar na Lapa, passando o chapéu para recolher dinheiro. Começou a participar de programas de calouros, inicialmente sem êxito, até que, no Programa de Ary Barroso, na Rádio Nacional, solou uma música sua, “Vira e mexe”, e ficou em primeiro lugar. Começou a participar de programas de rádio, até ser convidado para gravar como solista, em 1941.

Gonzaga prosseguiu fazendo programas de rádios, que estavam no auge e tinham artistas contratados. Trabalhou na Rádio Clube do Brasil e na Rádio Tamoio, e prosseguia gravando seus mais de 50 solos de sanfona. Em 1943, já na Rádio Nacional, passou a se vestir como vaqueiro nordestino. A parceria com Miguel Lima decolou, com os sucessos: “Dança, Mariquinha” e “Cortando Pano”, “Penerô Xerém” e “Dezessete e Setecentos”, agora gravadas pelo sanfoneiro e, também cantor, Luiz Lua Gonzaga.

Tributo a Gonzagão

Uma semana inteira de homenagens. Fãs do famoso “Rei do Baião”, “Embaixador Sonoro do Sertão”, “Velho Lua” ou simplesmente “Gonzagão”, reverenciam o mais famoso sanfoneiro do Brasil com diversificada programação cultural no coração geográfico do Ceará, no Sertão Central. O tributo tem início na tarde de amanhã, segunda-feira 3, no Programa Crepúsculo do Sertão, transmitido pela Difusora Cristal, uma das mais antigas emissoras do Estado desta cidade. Em seguida, a partir das 19 horas, será celebrada a Missa dos Sanfoneiros, na Igreja Matriz de Quixeramobim. A data marca os 20 anos de saudade do famoso compositor e sanfoneiro nordestino, Luiz Gonzaga, conhecido por Rei do Baião.

Após o culto religioso, dezenas de sanfoneiros da região participam de um cortejo pelas principais ruas da cidade. Saúdam àquele que para eles e para uma legião de saudosos representa a verdadeira identidade sonora sertaneja. Para eles, a memória do sanfoneiro do povo é cultuada principalmente por quem carrega no coração o lema de que a tradição nordestina não deve morrer. Deve permanecer viva nos corações dos nordestinos, que carregam a felicidade e o orgulho de terem letras de canções que sintetizam a beleza do Nordeste. Se depender deles, os acordes do Rei do Baião se tornarão eternos. E assim será para a maioria dos fãs de Luiz Gonzaga.

Durante a semana, o pesquisador José Marcelo Leal Barbosa, autor do livro “Luiz Gonzaga, suas canções e seguidores”, realizará uma maratona literária pelas escolas de Quixeramobim. O coronel da Polícia Militar do Maranhão abordará a importância de seus estudos para a preservação das raízes nordestinas, como forma de manter a identidade de uma cultura, preservando a história e as pessoas que contribuíram para que o Nordeste ganhasse vida pelas músicas. Na oportunidade, também haverá exposições especiais e mostras de vídeo sobre a vida e obra do consagrado artista do povo, imortalizado por seu estilo musical.

As homenagens se encerram no próximo sábado, dia 8. A partir das 8 horas, haverá festival de teatro intercolegial no Memorial Antônio Conselheiro. A “Vida de Luiz Gonzaga” será a temática dos espetáculos cênicos. Pela peça, o público poderá ter contato com um pouco da vida daquele que brilhou com a sanfona. Ainda no parque cultural, o público poderá apreciar uma exposição de desenhos e redações selecionadas num concurso estudantil. Quando a noite chegar, sob a luz do luar, haverá espetáculo com o Quinteto da Sanfona: Nonô, Luis Paulo, Tenilson, Dedé Paulo e Geraldo Ferreira. O show será realizado no salão social da AABB.

A Semana do Gonzagão será promovida pelo Fã Clube Viva o Rei, fundado em Quixeramobim faz cinco anos. São mais de 150 associados, garante o presidente Fernando Ivo Sousa. Apesar de não contarem com o apoio de nenhum órgão oficial, apenas de empresários da cidade, os organizadores pretendem relembrar a memória do ídolo e despertar o interesse dos jovens pela autêntica identidade do povo nordestino. São aguardadas caravanas de vários cantos do Estado do Ceará e até de estados vizinhos.

Despedida do Rei do Baião

Há exatamente 20 anos, o povo brasileiro, em especial o nordestino, se despedia do saudoso Luiz Gonzaga do Nascimento, criador e Rei do Baião, autêntico representante da cultura nordestina, que se manteve fiel às suas origens mesmo seguindo carreira musical no sul do Brasil. O gênero musical que o consagrou foi o baião, no ritmo do acordeom.

Numa homenagem póstuma ao ilustre compositor popular brasileiro, Luiz Gonzaga, conhecido popularmente como Lua, a Orquestra Filarmônica do Ceará (OFC) apresenta, hoje, às 19 horas, no Theatro José de Alencar, a Filarmônica Gonzagueando, sem esquecer do cearense Humberto Teixeira, seu grande parceiro. O concerto faz parte da programação comemorativa aos 11 anos da OFC. Nesta temporada, a orquestra apresenta 12 concertos, sendo um por mês. O maestro da Orquestra Filarmônica do Ceará, Gladson Carvalho, ressalta a importância em homenagear o ícone da cultura nordestina, que se constitui referência aos novos adeptos do meio musical.

A Orquestra Filarmônica do Ceará é uma Associação Cultutal sem fins lucrativos de direito privado, que se destaca no cenário musical do Ceará incentivando e promovendo concertos, espetáculos, edição e Gravação de Música Erudita Brasileira e Universal. Composta atualmente por 50 músicos que realizam ensaios regulares e temporada de concertos de notável sucesso, a Orquestra busca consolidar a formação de platéias, a educação musical e a prática de música sinfônica, preservando e protegendo o patrimônio artístico musical do Ceará. A OFC se mantém por meio de apoio cultural, doações e patrocínio, que viabilizam a realização de seus projetos e ações.

Fonte: Diário do Nordeste (com adaptação de Evandro Matos)

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