Política

Geddel visitou três regiões no final de semana

No último sábado (7) o pré-candidato do PMDB ao Governo do Estado, o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, deixou o prédio da Câmara de Vereadores de Capim Grosso carregado por algumas pessoas que estavam presentes. O minstro passou também em Gavião e foi a outras regiões do estado.

Durante a viagem a Pé de Serra, antes de ir à Capim Grosso, o ministro da Integração, Geddel Vieira Lima passou rapidamente na casa da prefeita de Gavião, Benvinda de Oliveira Silva (PTC). Na ocasião, ela antecipou que em breve enviará projetos para o Ministério da Integração Nacional, antes impedida pela inadimplência herdada de gestões anteriores. Após parcelar a dívida de R$ 700 mil, Benvinda espera contemplar a cidade com obras do governo federal.

Em Capim Grosso, no sábado, desde cedo que os moradores da cidade começaram a chegar à Câmara Municipal. Quando o ministro chegou com a sua comitiva, não só o plenário estava completamente tomado, como milhares de pessoas se aglomeravam em torno do prédio. Mesmo sem estar em campanha, Geddel Vieira Lima ouviu de lideranças do município o apoio à decisão já manifestada pelo PMDB para que seja candidato ao Governo da Bahia.

“A Bahia precisa de alguém de coragem e pulso e esse homem é Geddel. O homem que como ministro teve a coragem e revolucionou não só o Estado da Bahia, mas também o Brasil ao fazer a transposição do Rio São Francisco pra servir a outros irmãos do Ceará e da Paraíba que precisa tanto quanto nós. O senhor vai entrar para os livros de história por ser o grande empreendedor desse país e ter levado água para os municípios e Estados mais secos do nosso Nordeste”, disse o prefeito Itamar Rios, filiado ao PR.

O prefeito Itamar Rios iniciou o seu discurso com pesadas críticas ao governador Jaques Wagner (PT), a quem definiu como “governador fraco que nunca deu sequer um litro de gasolina para as viaturas da Polícia Militar e Civil daqui”, além de acusá-lo de comandar “um governo de propaganda”.

“Ele (Jaques Wagner) colocou um outdoor na BR dizendo que fez 100 casas populares em Capim Grosso, onde é que estão essas casas? Essas casas populares eu consegui com o governo Lula no ano de 2005, 2006 quando ele nem sonhava em ser governador da Bahia. Eu mandei fotografar pra levar para os jornais junto com a cópia do convênio. E o anel do contorno de Zé Queiroz? Uma obra tão porca, que se você pisar afunda no outro dia”, declarou Itamar.

O prefeito relatou que recentemente esteve no gabinete do governador, em busca de soluções para a segurança pública do município e não foi sequer recebido, o que para Rios é uma recusa não a figura representativa dele enquanto gestor, mas sim ao povo de Capim Grosso. Sem ser atendido pelo governador, ele se dirigiu então à Secretaria de Segurança Pública, mas não conseguiu que qualquer providência fosse tomada.

Obras federais

 

Como reivindicação ao Governo Federal, o prefeito apresentou ao ministro a reivindicação para a construção de 200 casas populares para atender a população em áreas de risco, obras de macrodrenagem e pavimentação do bairro Planaltinho e a construção de cisternas em comunidades rurais.

O ministro garantiu o seu empenho em atender a todas as reivindicações apresentadas e anunciou que já se encontra em processo de licitação a construção de 50 cisternas domiciliares para atender à população rural de Capim Grosso, num valor total de R$ 315 mil.

Em resposta ao pronunciamento do prefeito e de outras lideranças políticas, Geddel Vieira Lima disse que vai continuar lutando para que a Bahia seja “de fato e plenamente” incluída ao processo de desenvolvimento, que resulte numa efetiva melhoria da qualidade de vida e segurança para os baianos.

“Eu não compactuo com a incompetência desse governo. Não é mais possível aceitar que a Bahia tome um rumo que não seja o do real interesse do povo baiano. Para mim, a vida pública não teria sentido, se não o de utilizar os instrumentos que temos, para mudar a vida das pessoas para melhor. É esse o desafio que abracei e persistirei”, disse Geddel.

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