História

Jovem de 22 anos é encontrada morta após dar carona combinada pelo WhatsApp

A vendedora Kelly Cristina Cadamuro, 22 anos, está desaparecida desde a tarde da quarta-feira (1º), depois de programar uma viagem com carona através de um grupo do WhatsApp. Ela saiu de Guapiaçu, em São Paulo, para chegar a Itapagipe (MG). A informação é do G1.

Familiares contaram à polícia que Kelly fazia parte de um grupo de carona no aplicativo e combinou de levar um casal na sua viagem para a cidade mineira. No dia de partir, a mulher desistiu e foi somente o homem, que ela não conhecia previamente. Seu último contato com a família foi quando parou para abastecer o veículo em um posto na BR-153. Parentes tentaram entrar em contato com ela novamente, sem sucesso.

“Minha cunhada deu carona para uma pessoa do grupo. Era um rapaz que se identificou como João. Ela nos contou que iria pegar este rapaz que pediu carona, lá perto da Praça Cívica e seguiu viagem. O último contato foi quando ela estava perto de Nova Granada, às 19h. Ela estava em um posto abastecendo, depois nunca mais”, diz o cunhado, Danilo Ribeiro, em entrevista ao Diário da Região.

Câmeras de segurança de um pedágio em Minas mostram quando Kelly passou dirigindo, por volta das 20h, com seu Fox preto. O carro dela voltou depois, às 21h, passando novamente no pedágio, mas um homem estava dirigindo. O namorado de Kelly, o engenheiro civil Marcos Antônio Silva, pediu ajuda de todos que possam ter visto a jovem. “Todo mundo está ajudando. Queremos encontrá-la o mais rápido possível”.

O veículo foi achado abandonado, semas quatro rodas, o rádio e o estepe em uma estrada rural entre São José do Rio Preto e Mirassol, ambos em São Paulo. A polícia faz buscas na região pela jovem, que segue desaparecida.

Polícia prende três por morte de jovem

A Polícia Civil de São José do Rio Preto (448 km de São Paulo) prendeu na madrugada desta sexta-feira (3) três suspeitos de participação na morte da vendedora Kelly Cristina Cadamuro, 22 anos. O corpo dela foi encontrado nesta quinta-feira (2) seminu, com as mãos amarradas e marcas de estrangulamento em um córrego entre os municípios de Itapagipe e Frutal, em Minas Gerais.

Segundo o tenente Virgílio Taparo, que foi quem comandou as buscas pelos suspeitos, um dos indivíduos presos, Jhonathan Pereira Prado, confessou o crime.

Kelly desapareceu depois de combinar uma carona por meio do aplicativo Whatsapp. Ela morava em Guapaiaçu (SP) e ia visitar o namorado, um engenheiro civil, em Itapagipe. A perícia vai indicar se ela sofreu violência sexual.

Prado contou, de acordo com a polícia, que passou a fazer parte de um grupo de WhatsApp onde eram combinadas caronas com a intenção de cometer o crime e que a vítima foi escolhida aleatoriamente.

O suspeito tinha contra ele dois mandados de prisão expedidos. Em março deste ano, Prado teve a saída temporária do Centro de Progressão Penitenciária de Rio Preto autorizada pela Justiça, mas não voltou. Ele possui passagens anteriores pela polícia por roubo, estelionato e lesão corporal enquadrado pela Lei Maria da Penha.

Além dele, também foram presos Wander Luís Cunha e Daniel Teodoro Silva por participação no crime. Segundo a polícia, Cunha ajudou a matar a jovem, e Silva é acusado de receptação por comprar o celular e outros objetos roubados dela. Os três têm passagem pela polícia por roubo.  (Estado de Minas).

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