Polícia

Riachão: mulher é encontrada morta com marcas de tiros na região do Mocó sentido Sitio Novo

Uma jovem conhecida por Evelin Milena Silva Santos, de 17 anos, foi encontrada morta na região do Mocó, na estrada com sentido Toca da Onça e Sitio Novo, na região norte de Riachão do Jacuípe. A informação foi dada logo cedo pelo jornalista Evandro Matos, na Rádio Jacuípe.

Segundo informações, o corpo da mulher foi encontrado por pessoas que passavam pelo local na manhã desde domingo, 07 de janeiro. Este é o primeiro crime registrado no município neste inicio de 2018.

O corpo de mulher, de pele branca, foi encontrado com marcas de tiros, o que aponta para uma execução. Uma viatura com prepostos da Policia Militar está no local para registrar a ocorrência, mas não tem informações sobre a motivação do crime e a sua autoria.

O corpo deve ser removido para pericia no DPT da cidade de Serrinha, também na região Sisaleira da Bahia.

Sem documento de identificação, a Policia também não soube informar o nome completo da mulher, mas nossa reportagem colheu a informação de que ela é do bairro Açudinho, em Conceição do Coité. Há suspeita de que  a policia já tem a placa do carro utilizado para a execução da jovem.

Depois daremos mais informações (Foto enviada por um leitor do site Interior da Bahia).

2 Comments

2 Comments

  1. Antônio Gomes

    7 de janeiro de 2018 at 11:11

    Cada tipo de jornalistas que existe nesse mundo…como se coloca nomes de localidades em um crime, sem ao menos saber a origem do crime? Amadorismo correndo solta.👎👎👎

    • Evandro Matos

      19 de janeiro de 2018 at 21:13

      Olhando alguns comentários do site Interior da Bahia, li o que você fez em relação à matéria sobre a jovem de Coité, encontrada morta na região do Mocó…

      Não entendi bem os seus questionamentos/críticas, quando ignora sobre colocar nomes de localidades sem saber a origem do crime. Apesar de sua ‘aula’, não posso me preocupar com seu julgamento porque não observou que seguimos o modelo do jornalismo americano, copiado pelo jornalismo brasileiro. Nele cinco respostas têm que ser dadas na matéria: o que, quem, onde, como e porque.

      Ao citar a localidade foi obedecendo um desses conceitos, o que não se escreve ao gosto de cada um. Ademais, a matéria foi escrita em dois tempo, ou até em mais, com as correções e acréscimos à medida que o crime fosse sendo desvendo, ou os fatos ficando mais claros.

      Não apenas eu procedo assim, como todo aquele que precisa ir informando ao público leitor. Portanto, não vejo isso como amadorismo.

      Por fim, também não me vejo como “cada tipo de jornalistas…” alias você deveria ter escrito, para ser mais correto, “cada tipo de jornalista”, com a última palavra no singular. Também não é “Amadorismo correndo solta”. O certo é “Amadorismo correndo solto”.

      Sem querer me vangloriar, acho que estou até acima da média, embora você tentasse me desqualificar. Mas saiba que fui escolhido o melhor aluno da turma de Jornalismo, sendo o “aluno laureado” e escolhido pela faculdade para homenagens e apresentado em veículos de comunicação de Salvador como referência. Indo mais além, concorri apenas duas vezes, e nas duas vezes conquistei o Prêmio Coelba de Jornalismo (de âmbito estadual) e o Prêmio BNB de Jornalismo (de âmbito nacional).

      Portanto, seus comentários não me abatem, fortalecem para que continue firme, consciente de que, muitas vezes o outro lhe critica por interesses contrariados.

      forte abraço

      Evandro Matos

      Aluno laureado da turma
      Trabalho de TCC com nota 10 com louvor
      Prêmio Coelba de Jornalismo
      Prêmio BNB de Jornalismo

      Com passagens pela TV Educativa, Rádio Excelsior, Tribuna da Bahia, site Bahia Noticias, assessoria de comunicação da Companhia Bahiana de Pesquisa Mineral -CBPM e Instituto Alísio Teixeira -IAT.

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