Nordeste

Governo manda força-tarefa ao Ceará para combater o crime organizado

O presidente Michel Temer determinou hoje (18) o envio de uma força-tarefa formada por agentes da Polícia Federal (PF) e da Força Nacional para combater o crime organizado e a guerra de facções no Ceará. Uma dos motivos para o complemento nas ações de segurança que já estavam sendo realizadas no estado é a suspeita do assassinato do traficante Rogério Jeremias de Simone, vulgo Gegê do Mangue, um dos líderes de uma facção criminosa de São Paulo e que estava foragido. A morte ainda não foi confirmada oficialmente.

De acordo com a Secretaria de Segurança do Ceará, as polícias Militar e Civil estão trabalhando para identificar os corpos de dois homens encontrados na última sexta-feira (16) em uma área indígena localizada em Aquiraz, cidade da região metropolitana de Fortaleza. A autoria dos homicídios também é investigada.

O grupo de policiais que integra a força-tarefa é formado por 26 homens da Polícia Federal e dez da Força Nacional e embarcou às 22h na Base Aérea de Brasília, para Fortaleza. O ministro da Justiça e Segurança Pública, Torquato Jardim, também viajará para a operação. A força-tarefa vai atuar em conjunto com a Polícia Militar do estado.

Líder do PCC morto

As principais vozes da facção criminosa PCC (Primeiro Comando Capital) fora dos presídios, de acordo com a Polícia Civil de São Paulo, Rogério Jeremias de Simone, conhecido como Gegê do Mangue, e Fabiano Alves de Souza, chamado de Paca, foram mortos a tiros em suposta emboscada em Aquiraz, Região Metropolitana de Fortaleza.

Segundo fontes do Ministério Público informaram, Gegê do Mangue era, atualmente, o número um na escala da chefia do PCC, e Paca era outro líder da facção. Moradores relatam que um helicóptero teria efetuado voos em baixa altitude e os ocupantes efetuaram os disparos. O fato ocorreu na última quinta-feira, 15.

Os corpos foram encontrados perto da Lagoa da Encantada, por um jovem que colhia frutas. O local é de mata fechada, sem acesso via estrada. O homem chamou a Polícia, que iniciou o trabalho de perícia.

A Polícia e o Ministério Público trabalham com a hipótese de que eles foram vítimas de uma emboscada de organização criminosa rival. A suspeita é que os dois estavam atuando pelo PCC no Paraguai e na Bolívia, coordenando importação e exportação de armas e drogas para o Brasil.  (Com informações do Diário do Poder e jornal O Povo).

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