Política

Doria terá vice do partido de Kassab em sua campanha ao governo de SP

O PSD oficializou nesta segunda-feira, 9, o apoio a João Doria (PSDB), agora ex-prefeito de São Paulo, na disputa ao governo paulista nas eleições de outubro. O partido do ministro das Comunicações, Gilberto Kassab, ocupará a vaga de vice na chapa do tucano. ​

Presente no anúncio, Kassab, fundador e presidente licenciado do PSD, no entanto, não quis vincular o apoio a Doria a um eventual apoio ao ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin, candidato à Presidência da República pelo PSDB. Porém, Kassab afirma que esta é uma tendência muito forte.

A ex-vice-prefeita Alda Marco Antônio é o nome mais cotado para assumir o posto de pré-candidata na chapa de Doria. Entre 2009 e 2012, ela foi vice de Kassab no mandato dele à frente da prefeitura da capital.

Kassab chegou a ser cotado para vice de Doria, mas não se desincompatibilizou do cargo e afirmou na semana passada que continuará no governo Michel Temer (MDB).

O evento foi encerrado sem a confirmação de que os dois partidos negociaram a vaga de vice, mas, na saída, Kassab confirmou aos jornalistas que o acordo está selado. À Folha de S. Paulo, Doria disse: “Tudo o que o ministro Gilberto Kassab falar a nosso respeito eu confirmo”. No palco, o discurso era o de que o nome do parceiro ou parceira de chapa seria anunciado “oportunamente”.

A possibilidade de Alda ser a escolhida, no entanto, não foi cravada pelos dois nem pela própria. “O partido está discutindo”, despistou ela.

Críticas a Doria

Kassab saiu em defesa de Doria e chamou de “falácia” a crítica ao tucano por ter abandonado a prefeitura com 15 meses de mandato. “Não há quem questione que nesses 15 meses à frente da Prefeitura de São Paulo o João Doria foi um excelente prefeito”, disse.

O pré-candidato tucano ao Palácio dos Bandeirantes, em sua fala, comemorou a aliança com o partido, “uma coligação vitoriosa”, que reúne do lado do PSD prefeitos, vereadores, deputados estaduais e federais e “lideranças inclusive do movimento sindical”. (Fonte: Folha de S. Paulo).

 

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