Interior da Bahia

Polícia

Foragido e na lista da Interpol, João de Deus retirou cerca de R$ 35 milhões após denúncias

No dia 12 de dezembro, cinco dias depois das primeiras denúncias de abuso sexual contra João de Deus serem reveladas por dezenas de mulheres no “Conversa com Bial”, foram retirados aproximadamente R$ 35 milhões de contas bancárias em nome do médium. As informações foram descobertas por investigadores da Polícia Civil e do Ministério Público de Goiás.

De acordo com o Ministério Público, assim que foi constatado o saque do montante, a corporação e o órgão aceleraram o processo para solicitar a prisão preventiva do líder religioso. Ainda conforme a reportagem, o valor foi retirado de aplicações de João de Deus em bancos.

Foragido e na lista da Interpol

O médium João Teixeira de Faria, o João de Deus, acusado de abuso sexual, é considerado foragido e seu nome foi incluído na lista da Interpol. A classificação é dada pelo Ministério Público e pela Justiça. O prazo para que ele se entregasse terminou às 14 horas deste sábado, 15.

A prisão preventiva de João de Deus havia sido autorizada no fim da manhã da sexta. Depois da decisão, advogados do líder religioso iniciaram uma negociação com a Polícia Civil. “Já foi concedido um prazo, buscas já foram realizadas. Estão reunidos todos os elementos para que ele seja considerado foragido da Justiça”, disse o coordenador do Centro de Apoio Operacional Criminal, Luciano Miranda Meireles.

Mais cedo, a Secretaria de Segurança Pública havia emitido uma nota informando que não havia prazo para que ele fosse considerado foragido.

O delegado geral da Polícia Civil de Goiás, André Fernandes de Almeida, que lidera as negociações com a defesa do médium, disse acreditar que ele não está em Goiás. O advogado de defesa de João de Deus assegurou que ele deverá se entregar, mas não disse quando. (Informações do Estadão).

 

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