Cultura

Alderico Sena: ‘Mulher quer liberdade, amor e respeito’

O8 de março, Dia da Mulher. “A criação do Dia Internacional da Mulher dá-se no final do século XIX, na Segunda Revolução Industrial e da Primeira Guerra Mundial, quando ocorre a incorporação da mão-de-obra feminina, em massa, ao operariado”. Todo ser humano é fruto do seio de uma mulher. Mulher é uma heroína “se vira nos trinta”, cuida de casa, filhos, marido, pais, estudos e do seu campo profissional, quer dizer são três turnos na defesa do bem-estar da família e da sua beleza.

Alderico Sena defende respeito e liberdade para as mulheres

É inadmissível a violência cada vez mais crescente contra a mulher, inclusive do governo quando aumenta o tempo de idade para a mulher ter direito a se aposentar na reforma da Previdência Social de Bolsonaro. Defendo uma emenda à Lei tornando a violência contra mulher, crime hediondo e inafiançável, considerando que alguns cidadãos não estão respeitando a Lei Maria da Penha. No entanto é preciso a mobilização das mulheres na defesa dos seus direitos, “Art. 5º –  I –  homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição”.

O governo tem o dever de prevalecer a Lei 11.340/06, Art. 2º “Toda mulher, independentemente de classe, raça, etnia, orientação sexual, renda, cultura, nível educacional, idade e religião, goza dos direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, sendo-lhe asseguradas as oportunidades e facilidades para viver sem violência, preservar sua saúde física e mental e seu aperfeiçoamento moral, intelectual e social. 3º Serão asseguradas às mulheres as condições para o exercício efetivo dos direitos à vida, à segurança, à saúde, à alimentação, à educação, à cultura, à moradia, ao acesso à justiça, ao esporte, ao lazer, ao trabalho, à cidadania, à liberdade, à dignidade, ao respeito e à convivência familiar e comunitária”.

A violência contra a mulher banalizou geralmente possui motivação fútil. Ciúmes, alcoolismo, droga, questões financeiras e mau exemplo em família presenciada por filhos, são fatores exacerbadores, mas é o machismo e o sentimento de posse que determina à agressão física e verbal contra a mulher. A violência moral, doméstica e familiar contra a mulher virou um esporte na cabeça de determinados indivíduos e esta cultura o governo tem que coibir com medidas mais rigorosas.

O homem que violenta mulher por “amor”, ciúme ou vingança só cabe uma palavra: COVARDE… pois nada, justifica o ato de um homem covarde assassinar uma mulher por causa do fim de um relacionamento ou qualquer outra circunstância.

A violência gera violências negativas e psicológicas na família, nos filhos e na comunidade. Valorize a mulher com atitude de Homem. Eu amo seu jeito, eu amo seu olhar, eu amo seu sorriso, eu amo você! Mulher quer liberdade, amor e respeito!

 Alderico Sena – Especialista em Gestão de Pessoas – [email protected]

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