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Riachão: Acusado de assassinar Celival do ‘Bar Dose Dupla’ vai a júri popular hoje

Jorge de Jesus Oliveira, mais conhecido por Jorginho, assassino do empresário Celival Andrade, proprietário do ‘Bar Dose Dupla’, em Riachão do Jacuípe, está sendo julgado em júri popular durante esta segunda-feira (13). O júri acontece no Fórum Abelard Rodrigues, em Riachão do Jacuípe, mas o acusado está em São Paulo, sendo ouvido através de videoconferência. O crime aconteceu no dia 30 de março de 2018, uma Sexta-feira Santa, já tendo completado um ano, portanto.

O crime aconteceu dentro do Bar da vítima, numa Sexta-feira Santa

O crime ocorreu dentro do ‘Bar Dose Dupla’, de propriedade da vítima, localizado às margens da BA-120, rodovia Riachão/Coité, no bairro Barra do Vento, em Riachão do Jacuípe.

Veja como foi, conforme matéria deste site

De acordo com informações colhidas pelo Interior da Bahia, Celival foi morto por um elemento, de forma fria, exatamente quando o bar estava com pouco movimento. Apenas a vítima e as funcionárias estavam no estabelecimento no momento da ação criminosa.

A Policia Militar esteve no local, mas não conseguiu chegar a tempo para prender o criminoso. Informações nas redes sociais dão conta de que a PM já sabe quem é o principal suspeito, mas o nome será mantido em sugiro para não atrapalhar as investigações. O site também tem informações sobre o suspeito, mas para colaborar, não quer citá-lo.

Sem motivação

Existem informações desencontradas sobre o que teria motivado o crime. A principal versão é que o suspeito teria chegado ao bar e solicitado o uso do banheiro. Como Celival suspeitou que ele estava fazendo uso de drogas, reclamou, sinalizando que iria fechar o bar.

Morte de Celival deixou amigos e familiares revoltados

O agressor não gostou e começou uma rápida discussão entre eles. Foi então que o elemento foi em casa, certamente pegar uma arma, e retornou minutos depois para praticar a ação. Celival foi alvejado com cinco tiros, provavelmente de revolver, em várias partes do corpo. Ele morreu no local, dentro do seu bar, em plena Sexta-feira Santa.

Antes de se instalar no ‘Bar Dose Dupla’, há mais de 4 anos, Celival trabalhou na Prefeitura Municipal de Riachão do Jacuípe. Ele era uma pessoa querida e atraia muita clientela para o seu estabelecimento. Pelas redes sociais, muitas pessoas lamentaram o ocorrido, atestando que se tratava de ‘uma pessoa do bem’. “Ele estava feliz e crescendo muito com o bar. Já havia comprado uma moto e um carro, tudo com o esforço do seu trabalho”, disse um internauta. (Da redação / Foto: redes sociais).

Acusado é preso em SP

A justiça paulista prendeu na semana passada, o jacuipense Jorge de Jesus Oliveira, também conhecido como Jorginho (foto abaixo), acusado de ter assassinado o comerciante José Celival Almeida Silva, mais conhecido por “Celival do Bar”.

O crime aconteceu dentro do estabelecimento comercial da vítima, que funcionava à época às margens da BA-120, no bairro Barra do Vento, na saída de Riachão do Jacuípe para Conceição do Coité. Celival foi atingido por vários disparos de arma de fogo, na noite do dia 30 de março.

Logo após praticar o crime por motivos fúteis, o acusado fugiu ao lado de um comparsa que o aguardava em uma motocicleta já funcionando. Era noite de sexta-feira da paixão. O crime chocou a população jacuipense, que ficou revoltada pela forma cruel como o atirador agiu.

Um dia após o crime, a Polícia Militar fez diligências no Bairro da Bela Vista, depois de obter informações de populares e acesso às imagens da câmera instalada no bar e chegar à conclusão de que as provas eram suficientes quanto a materialidade do delito. Mas a ação da policia foi frustrada, pois o criminoso conseguiu fugir sem deixar pistas.

Jorge de Jesus Oliveira tinha sentença no estado de São Paulo e teve a prisão decretada em 01 de abril de 2018 pelo juiz Doutor Fábio Falcão Santos. Ele será recambiado do Centro de Detenção Penal de Pinheiros, em São Paulo, onde estava detido, para Riachão do Jacuípe. Neste município, ele responderá judicialmente pelo crime praticado contra Celival e poderá ser punido com 12 a 30 anos de reclusão.

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