Política

Pesquisa mostra queda na aprovação do governo Bolsonaro

Levantamento encomendado pela Confederação Nacional da Indústria, feito entre os dias 20 e 23 de junho, ouviu 2 mil pessoas em 126 municípios. Na pesquisa anterior, aprovação era de 35%, e a reprovação, de 27%. A aprovação caiu 3% e a reprovação subiu 5%. No entanto, 47%, acham que o governo Bolsonaro é melhor do que de Michel Temer, e está sendo pior apenas para 17%.

A aprovação do governo de Jair Bolsonaro caiu 3% e a reprovação subiu 5%

O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

AVALIAÇÃO – Segundo o Ibope, a avaliação é a seguinte: Ótimo/bom: 32%; Regular: 32%; Ruim/péssimo: 32%; Não sabe/não respondeu: 3%.

Em abril, o Ibope divulgou uma pesquisa também encomendada pela CNI sobre a aprovação do presidente. Os números de abril foram: Ótimo/bom: 35%; Regular: 31%; Ruim/péssimo: 27%; Não sabe/não respondeu: 7%.

De acordo com a pesquisa Ibope, Bolsonaro tem índice de ótimo/bom inferior ao registrado em início de governo pelos ex-presidentes Fernando Collor de Mello (45% em maio de 1990); Itamar Franco (34% em janeiro de 1993); Fernando Henrique Cardoso no 1º mandato (41% em março de 1995); Dilma Rousseff também no 1º mandato (56% em março de 2011); e Luiz Inácio Lula da Silva em seus dois mandatos (51% e março de 2003 e 49% em março de 2007).

NA FRENTE – O percentual de Bolsonaro, contudo, supera o de FHC no 2º mandato (22% em março de 1999); o de Dilma Rousseff também no 2º mandato (12% em março de 2015); e o de Michel Temer (14% em setembro de 2016).

Outro item da pesquisa é a aprovação da maneira de governar do presidente Jair Bolsonaro. O resultado foi: Aprova: 46%; Desaprova: 48%; Não sabe/Não respondeu: 5%.

A pesquisa divulgada nesta quinta também questionou os entrevistados se confiam no presidente. As respostas foram: Confia: 46%; Não confia: 51% ; Não sabe/não respondeu: 3%

Questionados sobre as perspectivas para o restante do governo, os entrevistados responderam: Ótimo/bom: 39%; Regular: 27%; Ruim/péssimo: 29%; Não sabe/não respondeu: 6%. (Luiz Felipe Barbiéri / G1 – Brasília).

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