Política

Acharam Queiroz; mora em bairro nobre de São Paulo e se trata em hospital de poderosos

Em matéria exclusiva a Revista Veja divulga, nesta sexta-feira, o paradeiro de Fabrício Queiroz, principal elo do clã Bolsonaro com as milícias do Rio de Janeiro. O fato incendiou as redes sociais. No Twitter, o termo “acharam o Queiroz” já se destaca entre os assuntos mais comentados no Brasil.

Guilherme Boulos, por exemplo, líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto e candidato derrotado do PSol à Presidência em 2018, lançou uma nova questão que merece ser respondida: Quem paga a estadia de Queiroz no Morumbi, uma das áreas mais nobres da capital paulista, e as consultas dele no Hospital Albert Einstein?

“Acharam o Queiroz. E não foi a Policia Federal do Moro. A questão agora é quem paga sua estadia no Morumbi e suas consultas no Albert Einstein. Com a palavra, a família Bolsonaro”, tuitou Boulos.

O líder do MTST continuou. “Queiroz pagou 133 mil reais em internação no Einstein com dinheiro vivo. Segue morando no Morumbi, onde o valor do metro quadrado é de pelo menos 8 mil reais. De dois em dois mil reais, haja envelope para depositar tanto dinheiro…”

O jornalista Glenn Greenwald, do site The Intercept, também comentou o assunto em resposta a Boulos e falou da proteção de Sergio Moro a Flávio Bolsonaro, que empregou Queiroz e está envolvido no chamado caso Coaf.

“Os investigadores não acharam Queiroz porque eles não queriam encontrá-lo. Mais uma vez: “Deltan Dallagnol, em chats secretos, sugeriu que Sergio Moro protegeria Flávio Bolsonaro para não desagradar ao presidente e não perder indicação ao STF”.

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