Economia

Guedes espera aprovação de Bolsonaro para incluir Banco do Brasil em projeto de privatização

O banco já vendeu sua participação na resseguradora IRB, fez oferta secundária de ações, e vendeu fatia na BB Seguridade, na Neoenergia, na Cibrasec e na SBCE Foto: Miguel Portela

Paulo Guedes aguarda aval do presidente para realizar o processo de privatização do BB

A equipe do Ministro da Economia, Paulo Guedes aguarda aval do presidente, Jair Bolsonaro para realizar o processo de privatização do Banco do Brasil (BB), as informações são de fontes que acompanham o programa de desestatizações do governo federal. As informações são do jornal O Globo.

A privatização do banco não seria realizada a curto prazo, podendo se estender até 2022, com o final do mandato de Boslonaro. Em nota, o Ministério da Economia informou que o governo Bolsonaro “não pretende privatizar Banco do Brasil, Caixa e Petrobras”. O banco não comentou.

A proposta de privatizar o BB já foi tema de outras discussões dentro do governo, esse projeto já foi debatido durante a reunião do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) há duas semanas. 

De acordo com fontes, o ministro Paulo Guedes busca convencer Bolsonaro a inserir o Banco do Brasil entre as privatizações que serão enviadas ao Congresso em 2020. O presidente do BB, é um dos apoiadores da medida, ele já chegou a afirmar que a privatização do banco seria algo inevitável.

Em entrevista, Guedes disse que uma privatização particularmente poderia render R$ 250 bilhões , sem especificar a qual estatal se referia. Duas empresas públicas, com ações negociadas na Bolsa de Valores, teriam potencial para superar as centenas de bilhões: BB e Petrobras.  

A equipe de Guedes analisa a eventual privatização do BB como uma maneira de baratear e diversificar o acesso de crédito no país. Já que na visão da equipe econômica, o setor é considerado concentrado e pouco competitivo.

O banco já vendeu sua participação na resseguradora IRB, fez oferta secundária de ações, e vendeu fatia na BB Seguridade, na Neoenergia, na Cibrasec e na SBCE.  (Fonte: O Globo).

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