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Baianão: Jacuipense tropeça em casa sob o olhar de Mano Brow

Nem a inspiração das músicas de Mano Brow fez o Jacuipense superar a forte retranca da equipe do Doce Mel na noite desta quarta-feira (29), na Arena Valfredão, em Riachão do Jacuípe. Lanterna do Baianão 2020 ao lado do Jacobina, a equipe comandada pelo técnico Luiz Carlos Cruz fez 1×0 aos 3 minutos da segunda etapa e só cedeu o empate aos 50, já nos acréscimos.

Mano Brow prestigiou e torceu para o Jacuipense da arquibancada

Presente na tribuna de honra do estádio, o rap Mano Brow sofreu junto com o torcedor do Jacuipense. Desde a primeira etapa que a equipe de Ipiaú mostrou que veio em busca de uma bola para tentar surpreender o Leão do Sisal. Até os 15 minutos iniciais a equipe se comportou bem campo, fazendo uma partida equilibrada.

Contudo, a partir daí, só deu Jacuipense. Com inúmeras oportunidades criadas, os comandados de Jonílson Veloso praticamente acuaram o adversário em seu campo, dando poucas chances de contra-ataque. Apenas aos 43, Aliff recebeu uma bola livre na pequena área, mas tentou um drible a mais e permitiu a recuperação da zaga.

Ferrolho e cai cai

No segundo tempo, além de manter a postura defensiva que vinha dando certo, o Doce mel praticamente abdicou de atacar a partir dos 3 minutos, quando conseguiu fazer 1×0 após uma cobrança de escanteio e vacilo da zaga, com o zagueiro Andressom empurrando para as redes.

O árbitro foi confuso e acabou se perdendo na parte disciplinar e no tempo de jogo

Luiz Carlos Cruz armou um verdadeiro ferrolho na sua zaga, mantendo todos os jogadores dentro do seu próprio campo. Além de forte retranca, os jogadores começaram a praticar o anti-jogo, caindo em campo, fazendo faltas e chutando para todos os lados. Parecendo ser uma coisa combinada, ao menos 8 jogadores da equipe de Ipiaú caíram em campo simulando contusão.   

Isso tudo com a condescendência do árbitro, que sequer dava um cartão amarelo e permitia a todo momento a entrada do massagista em campo, retardando o reinicio da partida. Uma dessas paradas, ao menos 10 minutos para o jogador ser atendido. Uma lambança.

Pressão e gol

Apesar das entradas de Danilo Rios, Elias e Rafael Barbosa, o Jacuipense continuou tendo dificuldade em penetrar na defesa do Doce Mel devido à forma como todos jogavam.

Mais de mil torcedores na Arena Valfredão: sufoco e alívio no finalzinho

Com um homem a menos, o técnico do Doce Mel sacou o atacante Maurício e botou o zagueiro Helbert. Depois, Adnael entrou para puxar o contra-ataque. Já perto do final, em disputa de bola, o volante Leandro Sobral se machucou e teve que deixar o campo. O Doce Mel ficou com dois a menos.

Depois de várias tentativas, uma jogada na área para Elias cabecear firme para as redes. Estava decretado o empate, para delírio do torcedor presente.

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A partida tive várias paradas e prejudicou a parte ttécnica com a fragilidade da arbitragem

O gol saiu aos 5 minutos dos 13 que o árbitro havia dado de acréscimo na segunda etapa. Contudo, de forma surpreendente o ‘homem de preto’ encerrou a partida com apenas 7 minutos de acréscimos, contrariando o que ele mesmo havia sinalizada antes.

No final, houve muitos protestos por parte dos jogadores do Jacuipense, mas de nada adiantou. Com 1×1 no placar, o árbitro apitou o final da partida aos 52 minutos.

Com as duas equipes revoltadas, houve muita reclamação com a arbitragem no final do jogo. O próximo jogo do Jacuipense será contra o Bahia, em Pituaçu. Já o Doce Mel jogará na quarta-feira, 05 de fevereiro, contra a Juazeirense, em Juazeiro.

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