História

Pessoas em situação de rua terão refeições diárias em Salvador

No dia em que Salvador completa 471 anos de fundação, a Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Promoção Social e Combate à Pobreza (Sempre), distribuiu, neste domingo (29), três mil refeições para os moradores em situação de rua. Desse total, 450 foram entregues no Pelourinho.

Medida é mais uma iniciativa que visa proteger população de risco contra a disseminação do coronavírus / Foto: Valter Pontes/Secom

As demais tiveram como destino as casas de apoio e acolhimento administradas pelo município. A ação será diária e integra uma série de medidas de sensibilização, apoio e assistência aos cidadãos em situação de rua, acordadas com representantes do Movimento População de Rua da Bahia.

 Trata-se de mais uma medida emergencial contra os efeitos da pandemia do coronavírus na cidade. De acordo com a titular da Sempre, Ana Paula Matos, a ação se soma a uma série de outras medidas que têm sido adotadas para proteger a população mais vulnerável à crise, pois tem uma imunidade mais fragilizada.

“Estamos oferecendo refeições para garantir a alimentação e por entender que precisamos fortalecer a saúde dessas pessoas. Esse vírus ataca pessoas mais debilitadas. Além das quentinhas, aumentamos nossa equipe de abordagem, realizando ainda a entrega de kits de higienização. Além disso, abriremos mais 500 novas vagas para acolhimento ainda nesta semana (hoje a Prefeitura conta com 600 fixas)”, disse a secretária. 

As refeições serão distribuídas duas vezes ao dia, na sede do Movimento População de Rua da Bahia, no Pelourinho. Uma outra iniciativa foi a disponibilização de 600 máscaras e mil luvas para proteção pessoal. Além disso, a gestão municipal deve disponibilizar, a partir dessa semana, contêineres para higienização pessoal para moradores de rua que serão instalados em locais estratégicos. 

Hotéis – Uma outra iniciativa é a oferta de vagas para abrigamento e a busca de estruturas como hotéis e motéis fechados para criação de mais espaços via requisição administrativa, respaldada em decreto. A meta é chegar a 500 vagas. Os abrigos possuem alimentação, acompanhamento médico, higiene, conforto e segurança, no intuito de que os cidadãos possam sair da condição de rua. Também são oferecidas 20 vagas para crianças, através da Fundação Cidade-Mãe (FCM).

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