Economia

Preços dos alimentos disparam nas feiras e supermercados, forçando nova alta da inflação

O preço dos alimentos disparou nos últimos dias. É claro, isso causou reflexos na taxa de inflação e principalmente no custo de vida, pois o item alimentação é o que mais pesa nas classes de menor renda.

O preço dos alimentos disparou nos últimos dias.

E as classes de menor renda são maioria absoluta da população, atingindo fortemente os trabalhadores e trabalhadoras. O processo do custo de vida, é lógico, envolve também os funcionários públicos, inclusive os militares.

Reportagem de Cassia Almeida, Ana Clara Veloso, Nice de Paula, Gabriel Shinohara, Vitor Farias e Gustavo Maia, em O Globo de hoje, focaliza amplamente o assunto.

SEM INTERVENÇÃO – A matéria acentua declaração da Ministra Tereza Cristina, da Agricultura, assegurando que o presidente Bolsonaro não vai intervir no mercado para tabelar preços, mas dirige um apelo aos supermercados para que não só deixem de aumentar, como também diminuam os preços fixados.

Bolsonaro afirmou que “não vou tabelar nada, mas peço para que os lucros desses produtos essenciais sejam próximos de zero”.

A OAB e a Associação Brasileira de Procons já se dirigiram ao ministro Paulo Guedes no sentido de que estabeleça limites para conter a forte alta dos preços.

IMPOSTO DAS IGREJAS – A Procuradoria Geral da Fazenda Nacional, subordinada ao Ministro Guedes manifestou-se contra a transformação em lei do projeto aprovado pela Câmara e Senado que isenta os templos de impostos, entre eles a contribuição social sobre o lucro líquido.

O projeto é do deputado David Soares, filho de R.R.Soares, líder da igreja Internacional da Graça de Deus. Além da isenção, a iniciativa inclui o perdão de dívidas que se elevam em torno de 889 milhões de reais, já inscritos na dívida ativa da União.

Acentuo que o presidente terá de decidir se atende ao Ministério da Economia ou principalmente aos templos religiosos.

###
AÇÃO MILITAR NA AMAZÔNIA SERÁ PRORROGADA

Reportagem de Mateus Vargas, O Estado de São Paulo de terça-feira, revela que militares convenceram o presidente da República ser imperiosa a presença do Exército na preservação das matas da Amazônia até o final de 2022. Trata-se da operação Verde-Brasil comandada pelo vice-presidente Hamilton Mourão.

Os militares estão ocupando a administração da área que deveria estar sendo realizada pelo ministro Ricardo Salles, do Meio Ambiente. O general Augusto Heleno, de acordo com a matéria, afirmou-se favorável à presença das Forças Armadas.

Penso que só falta agora o presidente Bolsonaro assinar a demissão do ministro Ricardo Salles. (Pedro do Coutto  / Tribuna da Internet).

 

To Top
%d blogueiros gostam disto: