Vitória recebe apoio de governantes baianos e se reclusa em Mogi
Nessa quarta-feira o Vitória começa no estádio Vila Belmiro, em Santos, a disputa pelo seu título inédito, a conquista da Copa do Brasil.
Alguns governantes da Bahia mandaram mensagens de apoio do rubro-negro.
O governador do estado, Jaques Vagner, que é torcedor do Bahia, não deixou de prestar seu apoio ao Vitória. "Nesse momento que o Vitória se prepara para disputar a decisão da Copa do Brasil contra o Santos, quero externar o meu apoio e a minha torcida aos jogadores, a comissão técnica e à diretoria rubro-negra. O Vitória representa o Estado da Bahia nessa competição e, como cidadão e governador, estou torcendo por esse esperado e merecido título para nação rubro-negra. Boa sorte", disse.
Já o prefeito de Salvador, João Henrique, que é torcedor do Vitória, mandou uma mensagem de pura confiança aos jogadores. "Tenho certeza, os leões rubro-negros, com garra e grande futebol, largarão em vantagem na Vila Belmiro, no primeiro grande jogo da próxima quarta-feira. Avante, Vitória! Nossos corações estão entusiasmados na torcida", escreveu.
Reclusão para evitar foguetório
O time está desde sexta-feira em São Paulo (no sábado, precisou enfrentar o Prudente, pelo Campeonato Brasileiro), mas somente no domingo os setoristas do clube descobriram onde a delegação baiana iria se concentrar para a decisão: na cidade de Mogi das Cruzes, a 70 km da capital.
"Luxo e mistério", estampou o jornal "Correio", de Salvador, enquanto o concorrente "A Tarde" alegou que teve de seguir o ônibus dos jogadores, desde o aeroporto de Congonhas, para chegar ao refúgio escolhido. Quem acessou o site da equipe se deparou que o grupo "já estava no QG" ou, em outra seção, em um "hotel de São Paulo".
Apesar disso, o presidente rubro-negro, Alexi Portela Júnior, garante não ter sido de propósito. "Na realidade, é que não tínhamos definido antes. Também poderíamos ir para Guarujá ou Itu, estávamos vendo a melhor situação, mas lá não houve disponibilidade. A terceira opção, então, era Mogi. Não tem nada de esconder".
O que já estava definido, segundo ele, era que o Vitória não ficaria "de jeito nenhum" em Santos, sede da partida, a partir das 21h50. "A gente já sofreu muito com problema de fogos de torcida [na frente do hotel], para não deixar nossos atletas dormir em paz, e certamente os santistas fariam algo, como vivencíamos no Paraná", declarou, referindo-se a um duelo recente contra o Atlético-PR.
Com informações do Galáticos Online e Folha




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