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Chuvas em Alagoas deixam 19 mortos, 15 cidades em estado de calamidade e + de 50 mil deixaram as suas residências

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image Chuvas já obrigaram mais de 50 mil abandonarem as residências

Subiu para 19 o número de mortos vítimas das chuvas que assolam Alagoas. As chuvas também já obrigaram mais de 50 mil pessoas a abandonarem suas residências no Estado.

Segundo informações da Defesa Civil, o corpo de um rapaz foi encontrado na manhã deste domingo, na cabeceira do rio Mundaú, por moradores de Marechal Deodoro.

 

A Polícia Militar de Alagoas informou que 36.953 pessoas estão desabrigadas  - estão em abrigos público - e 15.540 estão desalojadas (pessoas que foram para a casa de parentes e amigos). Quinze municípios estão em situação de calamidade pública.

 

As chuvas atingem, principalmente, municípios da Zona da Mata alagoana. Todas as mortes confirmadas são de cidades dessa região. A situação mais grave é em União dos Palmares, onde já foi confirmada a morte de seis pessoas. Outras três pessoas morreram em Branquinha, uma em Paulo Jacinto, uma em Joaquim Gomes, e uma em Santana do Mundaú.

 

Calamidade

 

O governador Teotônio Vilela Filho inspecionou de helicóptero, junto com a coordenação da Defesa Civil Estadual, o comando do Exército, técnicos e secretários de Estado da Saúde a da Infraestrutra, as principais cidades atingidas pelas chuvas dos últimos dias. O grande volume de água provocou o transbordamento dos rios Mundaú e Paraíba, na sexta-feira (18).

 

O governador assinou o decreto de estado de calamidade pública por causa das enchentes que atingiram 21 municípios alagoanos neste domingo. Destes 21, 15 estão em estado de calamidade: Quebrangulo, Santana do Mundaú, Joaquim Gomes, São José da Laje, União dos Palmares, Branquinha, Paulo Jacinto, Murici, Rio Largo, Viçosa, Atalaia, Cajueiro, Capela, Jacuípe e Satuba.

 

O decreto será publicado no "Diário Oficial" do Estado nesta segunda-feira (21), quando o governador de Alagoas deverá ir para Brasília entregar o decreto ao governo federal.

 

Em Jacuípe, a população está ilhada e sem água. Em Santana do Mundaú, o estrago também foi grande. Ruas e pontes foram totalmente destruídas, casas desabaram e a população está sem energia e água potável.

 

Com informações da Folha Online

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