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Souto vai a cinco cidades do Sudoeste e critica aumenta da violência no interior

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image Souto esteve, no sábado, também em Ibirapuã

“A tolerância do atual governo com o crime, além de transformar Salvador numa das capitais mais violentas do Brasil, com índices superiores ao do Rio de Janeiro e São Paulo, acabou com o sonho de morar com tranqüilidade e segurança no interior da Bahia”.

O comentário foi feito por Paulo Souto, candidato ao governo do estado, sobre o aumento de 18% no número de homicídios, no interior do estado.


Para Souto, a escalada da violência no interior não é surpresa. Com as visitas que faz neste sábado a Medeiros Neto, Lajedão, Ibirapuã e Nova Viçosa, somam-se 43 cidades percorridas só neste mês de julho. Desde janeiro deste ano, são mais de 200 e o problema da falta de segurança pública foi reclamado em todos os municípios visitados pelo candidato democrata.


“O governo atual tolera, não reage, e a violência hoje está presente em municípios grandes, médios, pequenos e até na zona rural. A criminalidade se espalhou pelo estado e 60% das ocorrências de homicídios já são no interior, de acordo com dados oficiais da Secretaria de Segurança Pública”, observa Souto.


Na caminhada no centro de Vitória da Conquista e, durante a inauguração do comitê do deputado estadual Clóvis Ferraz, na sexta-feira (30), o tema da violência esteve sempre presente. Populares clamavam por solução ao ex-governador. “Assim como em Itabuna e Feira de Santana, a taxa de homicídios de Vitória da Conquista hoje é igual a de Salvador. São 58
assassinatos para cada 100 mil habitantes. As populações dessas cidades vivem em pânico”, assinala.

Para evitar a violência no interior, Paulo Souto lembra que, em seu governo, criou as Companhias Especializadas do Cerrado, da Mata Atlântica, do Semi-Árido, do Paraguaçu, do Sudoeste e da Região Cacaueira. “Essas tropas especiais com contingente de 100 homens cada uma eram devidamente equipadas com armamento e veículos adequados e ganharam grande prestígio junto às comunidades às quais prestavam serviço”.

 

Segundo Souto, o que se sabe é que houve, no atual governo, um desaparelhamento dessas companhias, com diminuição de efetivo e sucateamento de equipamentos e veículos, numa demonstração de total insensibilidade com a falta de segurança em que vive atualmente toda a Bahia.

 

“Para reverter essa situação de terror em que vive a Bahia, elaboramos uma proposta concreta de política de segurança pública baseada em planos e ações emergenciais e permanentes de preservação da vida, prevenção à criminalidade, repressão ao crime organizado, intensificação do policiamento nas ruas e atenção ao cidadão, aumento de efetivo e distribuição policial
proporcional à população e às características dos diferentes territórios”, afirmou o democrata.

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