História

Baianos celebraram Corpus Christi

Em Salvador, a celebração religiosa atraiu milhares de fieis. Com o tempo favorável, o cardeal arcebispo Dom Geraldo Majella rezou missa na Praça Municipal.

Momentos de fé e emoção nas celebrações de Corpus Christi na Bahia. O cardeal arcebispo, Dom Geraldo Majella, rezou logo cedo uma missa na Praça Municipal de Salvador. Milhares de fiéis enfrentaram o sol e o calor para reverenciar o Corpo de Cristo na Eucaristia – um ritual que se repete desde a fundação da capital baiana.

Desde cedo, fiéis de todas as partes da cidade lotaram a Praça Municipal. Quem não conseguiu uma cadeira, assistiu à celebração eucarística de Corpus Christi em pé. Para fugir do sol forte, muitos devotos levaram sombrinhas. Outros tentavam se proteger com um pano na cabeça. ‘Vale a pena todo esforço e todo sacrifício’, acredita a dona de casa Martinha Nascimento.  “Todos nós estamos aqui hoje, ou suado, ou sem tomar café, com fome, com as adversidades, mas estamos todos na presença de Jesus de Nazaré. É algo maravilhoso”, disse o eletrotécnico Edvaldo dos Santos.

Em volta do altar, montado em frente à Prefeitura de Salvador, bispos, padres, diáconos e vereadores. À frente da celebração, o cardeal arcebispo primaz do Brasil, Dom Geraldo Majella. A festa de Corpus Christi, também chamada de Corpo de Cristo, ressalta o significado e a importância da Eucaristia, um dos sete sacramentos da Igreja Católica. Em Salvador, o Corpus Christi foi celebrado pela primeira vez em 1549, poucos meses depois do governador Thomé de Souza ter fundado a cidade. São, portanto, 460 anos de adoração ao Corpo de Cristo.

Para os católicos, a hóstia sagrada oferecida nas missas e celebrações representa o próprio Corpo de Cristo. Por isso a fé de quem saiu de casa em busca do Santíssimo. “Paz para o mundo, paz para a minha casa, paz para todas as famílias que estão aqui presentes”, pediu a agente de saúde Marli dos Santos.

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