Educação

Professores da rede estadual fazem paralisação de dois dias

Não bastasse a falta de professores e material, agora os alunos da rede estadual vão ter que enfrentar a paralisação dos professores, que protestam contra a enturmação proposta pelo novo secretário de Educação e salários.

Além das paralisações programadas para quarta e quinta, a APLB aprovou o pedido de demissão do coordenador de Provimento e Movimentação da SEC, Remi Silva Bomfim.

O sindicato acusa Bomfim de atender mal os trabalhadores em educação que vão à SEC em busca de informações. A APLB informou ainda que a categoria vai tomar café da manhã no Palácio de Ondina nesta quinta-feira.

A mobilização destes dias é contra o projeto de enturmação implantado pelo novo secretário estadual de Educação, Osvaldo Barreto. O sindicato informa ainda que, no dia 16 de setembro, de acordo com aprovação da assembléia geral, os trabalhadores em educação param em todo o Brasil pela implementação imediata do Piso Salarial Profissional Nacional.

Deputado Severiano critica o governo pela paralisação

Não causa nenhuma surpresa mais uma paralisação dos professores da rede estadual de educação. Esta manifestação não deveria ser somente pela unificação de turmas matriculadas em diversas escolas, a chamada “enturmação”, mas também pela falta do pagamento do Piso Salarial Nacional dos Professores (Lei nº 11.738/08). E ainda pela falta de um plano de carreira atualizado e que tenha como base a Lei do PSNP.

Severiano disse que “hoje, o valor do PSNP é equivalente a R$ 1.132,00 e deverá ser acrescido das vantagens do cargo. Lamentavelmente, o estado paga um piso de “um salário mínimo” para o mesmo nível, ou seja, nível 1”.

Segundo o parlamentar, “o que se observa ao longo do atual governo é que não havia e não há prioridade para a educação. Por isso a insatisfação generalizada”.

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