Polícia

Acareação para investigar morte do perito teve seis testemunhas

O processo de acareação que investiga a existência de crime de cunho militar na morte do perito técnico da Polícia Civil Hilton Martins Rivas Júnior, ocorrida no dia 29 de julho deste ano, foi iniciado nesta quinta-feira (17), na Corregedoria da Polícia Militar, no bairro da Pituba, com a participação de seis testemunhas do caso.

O acusado de assassinar Hilton, o tenente da Polícia Militar Fagner Castro, não compareceu à acareação, que foi acompanhada por advogados e por representantes do Ministério Público.

O primeiro a chegar à sede da Corregedoria foi Hilton Martins, pai do perito morto. Emocionado, ele afirmou que não entendia o motivo pelo qual Fagner teria efetuado os disparos, já que o filho sabia como reagir a abordagens e não reagiria em uma ação policial.

Um amigo de Hilton, que acompanhava o perito quando o crime ocorreu, compareceu à Corregedoria logo em seguida e disse que não houve reação à abordagem policial, o que tornaria o crime injustificável.

Segundo Cláudio Lima, diretor jurídico do Sindicato da Polícia Civil (Sindipoc), o principal objetivo da categoria é o de que não haja corporativismo com o acusado e que ele seja julgado conforme a comprovação dos fatos que envolvem a morte de Hilton.

Com informações da Tribuna da Bahia

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