Polícia

Polícia Rodoviária Federal apronta mais uma na BR-324 e lembra caso Verena

Lamentável o que cerca de 42 passageiros presenciaram hoje pela manhã nas margens da BR-324, sentido Feira de Santana X Salvador (Altura do Bessa). Leia abaixo um relato com pormenores e indignado, enviado por um dos passageiros, através de e-mail.

“O motorista do ônibus 2100 da empresa Santana do horário executivo das 6:30 horas (prefixo linha: 085E) para Salvador foi detido por prepostos da Polícia Rodoviária Federal que alegaram “desacato”. Estava sendo realizado o local uma blitz na qual se viam carros particulares parados ao longo do acostamento e um dos policiais fez sinal para o ônibus parar.

O condutor do ônibus reduziu a velocidade dentro das possibilidades e condições de tráfego na pista parando alguns metros a frente, pois havia uma fila de veículos no acostamento e o grande desnível colocava em risco a vida de todos. O motorista desceu do ônibus e não mais o vimos. Após esperarmos 35 minutos dentro do carro, um passageiro desceu e foi se informar sobre a demora. A surpresa: Um patrulheiro da policia rodoviária informou ao passageiro que o motorista recebeu voz de prisão por desacato.

Os passageiros ao procurarem informações do porque da prisão além de nenhuma satisfação dada por parte da PRF foram tratados com hostilidade pelos prepostos armados com carabinas e pistolas. O mais exaltado e ao meu ver despreparado era o preposto de prenome Junaldo. Que além da truculência e da irritação explícita apenas disse que aquele condutor não teria condições de dirigir e que seria conduzido a uma delegacia.

Um funcionário da empresa Santana informou que já havia chegado um outro motorista que conduziria o ônibus até Salvador.  O despreparo e a forma truculenta dos policiais lembraram a fatalidade ocorrida no caso Verena. Talvez se a virilidade do Junaldo e Cia. fosse empregada ostensivamente nos ônibus da linha comercial Feira/Salvador que são constantemente assaltados.

No patrulhamento da rodovia BR-101 que fica deserta à noite sem nenhum patrulhamento (em dois anos ininterruptos de viagem às terças e quintas, nunca vi uma ação de presença da PRF);  em uma ação de inteligência nas BRs 116 norte e 324 (Tanquinho) fosse provável que teríamos menos ocorrências de criminalidade que vitimiza o contribuinte. 

Por enquanto só vejo alguém travestido de servidor público, tentando reproduzir a figura do capitão Nascimento encenado no cinema”.

Fonte: Blog da Feira

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