Polícia

Empresário Paulo Carletto foi liberado

Segundo o empresário, o procedimento foi arbitrário, e ele segue tranquilo quanto as acusações. "Quem não deve não teme".

O sócio da Rota, Paulo Carletto, e sua advogada, Ana Luzia Velanes, foram liberados por volta das 17h de ontem após serem ouvidos em Salvador, para onde se deslocaram no helicóptero da própria empresa de transportes da família.

A intenção da polícia foi averiguar se Paulo Carletto e de Ana Luzia Velanes foram vítimas de uma suposta extorsão comandada pelo ex-diretor da Agência Estadual de ex-diretor da Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Energia, Transportes e Comunicação da Bahia (Agerba), Lomanto Netto e de fiscais. Lomanto é acusado de corrupção ativa, enquanto os donos de empresas são classificados como corruptores.

A operação ganhou fortes reflexos na política baiana e também na eleição da OAB-Itabuna, já que Ana Luzia é candidata a secretária-adjunta da Ordem. Antônio Lomanto Netto é peemedebista e por 32 meses comandou a Agerba. De lá, saiu apenas em agosto desde ano, quando o PMDB de Geddel Vieira Lima rompeu com o governo do petista Jaques Wagner.

Comenta-se que a operação tem motivação meramente política. A intenção seria prejudicar a candidatura do ministro Geddel Vieira Lima ao governo da Bahia. Lomanto é aliado histórico do peemedebista. Paulo seria vítima de uma guerra entre o PT e o PMDB e por isso foi intimado como testemunha.

Por telefone, Paulo Carletto disse ao Tabloide On Line que está tranquilo sobre os fatos e que considera o procedimento arbitrário. “Quem não deve não teme”, disse. No final da tarde de ontem, ao vivo na TV Assembléia, o líder do governo Wagner, deputado Waldenor Pereira (PT), solidarizou-se com o empresário.

Informações do Tablóide On Line

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