Política

Prefeito de Itamaraju teria sido blindado pelo governo no Caso Cotrim

Durante investigações, nome de Frei Dilson sequer aparece citado como implicado, apesar de aparente ligação com o caso.

Na coluna do articulista Levi Vasconcelos, publicada no último dia 27 no jornal A Tarde, ele afirma que nas cidades de Itamaraju e Teixeira Freitas é quase um consenso no meio político de que a investigação sobre o assassinato do ex-deputado Maurício Cotrim, ocorrido em 2007, feita pela Polícia Civil, blindou o prefeito petista Frei Dílson Santiago, de Itamaraju, uma vez que o nome dele nunca foi sequer citado como implicado.

“Cotrim teria tomado R$ 100 mil em mãos de ciganos para gastar na campanha de Frei Dilson, que seriam pagos com dez cheques de R$ 28 mil, compromisso não-cumprido que resultou no assassinato do ex-deputado e deflagrou cinco outros assassinatos”, escreveu Vasconcelos.

A mesma informação foi prestada por uma das filhas de Maurício Cotrim, Daniele, que disse à rádio Tudo FM: “Frei Dílson está envolvido na morte do meu pai”, declarou a jovem, que frisou não acreditar na Justiça nem na polícia baiana.

Curiosamente, os seus irmãos, Marcelo e Adriane, declararam no dia seguinte que a irmã sofre de problemas mentais e que suas afirmações são desprovidas de credibilidade.

Informações do Tablóide Online

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