Esporte

Paulo César de Oliveira punido por lance do Palmeiras, já “operou” o Bahia

Nesta sexta-feira (22), em comunicado oficial, a Federação Paulista de Futebol confirmou que o árbitro Paulo César de Oliveira, muito criticado pelos palmeirenses após o empate por 2 a 2 com o Barueri, quinta-feira, em Presidente Prudente, foi punido por seus erros.

Segundo a entidade que rege o futebol de São Paulo, o apitador ficará afastado da Série A-1, inicialmente, pelas próximas cinco rodadas, mas ainda não foi informado se Paulo César de Oliveira poderá trabalhar nos jogos das demais divisões. Seu assistente, Alberto Polleto Masseira, também não escapou do gancho e ficará três jogos sem trabalhar.

Engraçado é que, em dezembro de 2004, o mesmo árbitro foi acusado de “roubar” o Bahia dentro da Fonte Nova, em jogo contra o Brasiliense. No entanto, à época, a CBF, mesmo diante de todos os protestos e imagens anexadas, não afastou o árbitro sequer por um jogo.

Mas é assim que funciona o futebol brasileiro: se os clubes do sul/sudeste são prejudicados, os árbitros pagam caro; quando os clubes do Norte/Nordeste são roubados a “honrada” entidade comandada por Ricardo Teixeira faz vistas grossas. Assim também foi o caso do árbitro Edílson Pereira da Silva, quando a CBF anulou os jogos “suspeitos” das equipes do sul/sudeste, mas manteve os resultados dos jogos do Nordeste pelas Séries A e B.   

O lance do Palmeiras

 

O lance que gerou a punição ao apitador aconteceu no gol marcado por Tadeu, que estava em posição de impedimento. Segundo o Coronel Marcos Marinho, chefe do departamento de arbitragem da FPF, “foi um erro grave e que influenciou no resultado”.

Após a partida, o técnico do Palmeiras, Muricy Ramalho, e o meia Diego Souza, reclamaram asperamente contra a atuação de Paulo César de Oliveira, que também teria deixado de marcar uma série de penalidades máximas a favor do Verdão.

Árbitro “opera” o Bahia com Fonte Nova lotada

 

O árbitro Paulo Cesar Oliveira é conhecido por suas costumeiras lambanças em arbitragens de jogos. Para a Bahia, este árbitro foi o responsável pela não subida do Bahia para a Série A em 2005, quando, em plena Fonte Nova lotada, prejudicou vergonhosamente a equipe do Bahia em jogo contra o Brasiliense, no final de dezembro de 2004.

Além de ter deixado de marcar dois pênaltis claros a favor do tricolor baiano, marcou um pênalti duvidoso para o Brasiliense. Isso, sem contar que ele conseguiu irritar os jogadores e torcedores baianos com marcações equivocadas como inversão de faltas, parada de jogo demasiada, etc. Na verdade o árbitro conseguiu “parar” o Bahia para favorecer o time do senador Luiz Estevão, acusado em vários processos de corrupção e de “comprar” árbitros.

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