História

47º Campanha da Fraternidade é aberta nesta quarta-feira em todo o Brasil

Economia e vida é o tema da 47º Campanha da Fraternidade que a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) inicia nesta quarta-feira (17) em todo o País. Como ocorre a cada cinco anos desde 2000, a campanha deste ano vai reunir todas as instituições que integram o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (Conic).

A escolha do tema, que tem como lema “Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro”, citação de Jesus no Evangelho de Mateus (Mt 6,24), é um convite à sociedade para refletir sobre a necessidade urgente da solidariedade em favor dos excluídos, no intuito de criar uma cultura de paz.

“O Conic não quer limitar-se a criticar sistemas econômicos. Principalmente, espera que a Campanha mobilize Igrejas e sociedade a dar respostas concretas às necessidades básicas das pessoas e à salvaguarda da natureza, a partir de mudanças pessoais, comunitárias e sociais, fundamentadas em alternativas viáveis derivadas da visão de um mundo justo e solidário”, diz o texto base da Campanha.

A Campanha da Fraternidade coincide com o início da Quaresma, quando a Igreja inicia um período de luto e penitência antes da Páscoa, lembrando a morte e ressurreição de Jesus, e se estende pelo ano todo. A coleta de doações é realizada em todas as comunidades cristãs no Domingo de Ramos (28 de março), mas as contribuições podem ser feitas durante toda a Quaresma, através do envelope ou cofrinho identificado pelo adesivo da campanha.

Os fiéis também poderão fazer doações individuais através da Caixa Econômica Federal, agência 2220, conta-corrente 020-1, operação 003.

Confira os objetivos da CFE 2010

Objetivo geral:

Colaborar na promoção de uma economia a serviço da vida, fundamentada no ideal da cultura da paz, a partir do esforço conjunto das Igrejas Cristãs e de pessoas de boa vontade, para que todos contribuam na construção do bem comum em vista de uma sociedade sem exclusão.

Objetivos específicos:

1. Sensibilizar a sociedade sobre a importância de valorizar todas as pessoas que a constituem;
2. Buscar a superação do consumismo, que faz com que ‘ter’ seja mais importante do que as pessoas;
3. Criar laços entre as pessoas de convivência mais próxima em vista do conhecimento mútuo e da superação tanto do individualismo como das dificuldades pessoais;

4. Mostrar a relação entre fé e vida, a partir da prática da justiça como dimensão constitutiva do anúncio do evangelho;

5. Reconhecer as responsabilidades individuais diante dos problemas decorrentes da vida econômica, em vista da própria conversão.

Com informações do site Canção nova

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