Polícia

Operação conjunta combate venda ilegal de remédios no interior

Várias pessoas foram presas e vários medicamentos foram apreendidos pela políca. Não sobrou nem para o Presidente do Sindicato dos Donos de Farmácias de Feira de Santana, que também foi preso por venda ilegal em sua farmácia.

Uma operação conjunta realizada na última quarta-feira (03) com o objetivo de combater a venda ilícita de remédios em Feira de Santana e municípios vizinhos terminou com a autuação de farmácias e a prisão de várias pessoas, entre elas o frentista Carlito Ferreira da Silva, de 29 anos, flagrado quando negociava a venda de anfetaminas e estimulante sexual.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal, que deflagrou a ação junto com a Vigilância Sanitária de Feira de Santana e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Carlito trabalhava em um posto localizado no quilômetro 371 da BR 324, próximo ao município de Capim Grosso, Centro Norte do estado.

Com o acusado foram encontradas quatro cartelas com 12 comprimidos de Desobesi, também chamado de arrebite, e Pramil, que seriam vendidos, principalmente, a caminhoneiros que abasteceriam no posto. O acusado foi encaminhado à Polícia Civil da cidade.

 De acordo com os policiais, a venda desses medicamentos é uma prática comum e o público-alvo são caminhoneiros que, devido ao curto prazo de entrega das mercadorias, descuidam da segurança e tomam esses remédios para se manterem acordados colocando em risco a própria vida e as das outras pessoas que trafegam nas BRs.

Além de Carlito, também foram presos Ramon Lima Pomponet Macedo, 34 anos, proprietário da Farmácia Sobradinho e acusado de vender medicamentos falsificados; José Pomponet Macedo, 58, dono da Farmácia Maíra, onde foram encontrados medicamentos vencidos; Noesio Enédio da Cunha, 43, proprietário da Farmácia Cunha e Presidente do Sindicato dos Donos de Farmácias de Feira de Santana, acusado de comercializar medicamentos contrabandeados e falsificados; Paulo César de Oliveira Cruz Filho, 32, responsável por uma fábrica clandestina de remédios e acusado de manter trabalhadores em regime de escravidão.

Aproximadamente 1,8 toneladas de medicamentos foram apreendidos durante a operação, desencadeada a partir da investigação de várias apreensões de medicamentos sem qualquer documentação e sendo transportados inadequadamente para serem comercializados em cidades do interior da Bahia.

Com informações da Tribuna da Bahia

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