Nordeste

Advogado de Floro Calheiros quer saber paradeiro de R$ 100 mil que ele levava

O advogado de Floro Clheiros, Gean Prates, afirma que o seu cliente carregava a quantia de R$ 100 mil em espécie quando foi morto no último domingo (10), em Barreiras, mas o dinheiro não apareceu com a polícia.

A policia informou que, após a troca de tiros com Floro Calheiros, Lucas e Rafael, foram apreendidas duas pistolas, uma 9 mm e uma 380,  148 munições, 04 carregadores, e R$ 850,00, além de um binóculo de alcance.

O advogado Gean Prates, que cuidava dos interesses jurídicos de Floro Calheiros em Teixeira de Freitas, afirmou durante o sepultamento do corpo do cliente, ocorrido nesta quarta-feira (13), nesta cidade, que o seu cliente não respondia formalmente por nenhum crime no estado da Bahia.

Prates contou durante entrevista ao site sulbahianews, que a morte de Floro Calheiros, ou Ricardo Alagoano, como era mais conhecido na região, “figurou apenas como uma batalha perdida, referindo-se a possíveis perseguições sofridas pelo mesmo no estado de Sergipe.

“Não foi surpresa, mas esta teria sido a escolha de Floro. Em respeito aos ideais de justiça, Floro não se curvou e pagou um preço muito alto”, disse Gean Prates.

Dossiê de Floro Calheiros,

 

Conforme o jornal Diário de Tocantins, o advogado da família Calheiros (no Estado), Fernando Muniz, confirmou na última segunda-feira (11) que Floro Calheiros, antes de morrer em uma troca de tiros em Barreiras, na Bahia, no último domingo (10), deixou uma série de vídeos como dossiê.

“Ele deixou, sim, uma série de vídeos e assisti alguns. Neles, Floro conta como ele foi injustamente incriminado e cita alguns nomes da sociedade sergipana envolvidos em crimes”, afirmou o advogado. Segundo ele, os vídeos serão expostos para a sociedade, mas não disse a data.

Da redação, com informações do Nenoticas/Sergipe e Teixeira News.  

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