Polícia

Sertão: “Policia da Caatinga” comemora dez anos de fundação no interior baiano

Nesta quinta-feira (14), a CIPE – Companhia Independente de Policiamento Especializado – Caatinga completou dez anos de fundação.

A solenidade comemorativa aconteceu na cidade de Abaré com a presença do comandante Major PM Soares e de autoridades municipais e regionais.

Para homenagear a todos que integram essa importante companhia no Norte do Estado, o Sargento PM Paulo César de Oliveira enviou o seguinte texto para a imprensa:

É com muita satisfação que hoje me dirijo a este noticioso. O que me trouxe aqui foi a passagem do 10° aniversário de existência da Companhia Independente de Policiamento Especializado – CAATINGA (eterna CPAC).

A Polícia Militar da Bahia, ao longo dos seus 186 anos de existência tem muito a comemorar, afinal, em que pesem os dissabores pelos quais é obrigada a passar, mantém-se, como instituição centenária que é, incólume, confiável, sólida. Com a CIPE/CAATINGA não foi diferente, falo isso com a propriedade de quem tem 20 anos de atividade policial, 10 destes, dedicados à CIPE/CAATINGA (sou um dos fundadores).

Foram dias e noites intermináveis, muitas vezes sem poder e nem ter onde dormir, muitas provações, longe da família; patrulhando nas rodovias, nas estradas vicinais, do interior e da sede, dos 35 municípios – que atendemos diariamente -, combatendo o tráfico de entorpecentes, reprimindo o porte indiscriminado de armas, tentando evitar as mais diversas modalidades de roubos (pena não termos o dom da ubiqüidade; da onipresença, por isso, nem sempre conseguimos evitar que o crime aconteça), fazendo incursões nos mais longínquos rincões do Norte Baiano, enfim, tentando trazer segurança e paz ao povo baiano, pois este é o nosso fim como agentes públicos.

Servir, por esses 10 anos, na CIPE/CAATINGA (para nós CPAQUIANOS será sempre CPAC) é um estado de espírito, é um fogo imortal que aquece a alma e enternece o espírito, é dar a vida pelo próximo sem se dar conta de que está indo para a morte, é chorar ao resgatar alguém em perigo, é se controlar para não cometer crime quando prende um perigoso marginal.

Ser da CIPE/CAATINGA é abdicar de momentos importantes junto à família, é não ter feriado nem dia santo, é largar tudo quando chamado para o combate.

Guerreiros CPAQUIANOS “O que fazemos em vida, ecoa na Eternidade”, PARABÉNS CIPE/CAATINGA!!! 

“Sempre que possível, com a maior força possível, o mais rápido que puder”

CAATINGA! SERTÃO! 

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