Política

Pesquisa CNT/MDA: Popularidade da presidente Dilma cai para 7%

Pesquisa CNT/Instituto MDA divulgada nesta terça-feira revela que a avaliação positiva da presidente Dilma Rousseff caiu de 11% para 7,7% dos entrevistados, em julho, se comparado com a última sondagem realizada pelo instituto, em março.

Foram ouvidas 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 Unidades Federativas, das cinco regiões, entre os dias 12 e 16 de julho de 2015. Este resultado revela o pior desempenho da série histórica das pesquisas da CNT, que começaram em julho de 1998. Até então, o pior índice de aprovação foi do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em setembro 1999, com 8%.

Na região Sudeste é onde a presidente obteve o pior desempenho. Entre péssimo  e ruim, ela obteve 57,4 e 16,9, respectivamente, seguido de 17,2% de regular, 6% de bom e apenas 1,6% de ótimo. No Centro-Oeste e no Norte do país,  53,5% e 14,1%, respectivamente, dos entrevistados consideraram o governo de Dilma péssimo e ruim. Nessas duas regiões 21,5% avaliaram o governo como regular, seguido de 7,4%, bom, e 1,7%, ótimo.

No Sul, Dilma obteve 44,3% e 22% de pessímo e ruim, respectivamente; seguido de 27% (regular), 4,7% (bom e 0,7% (ótimo. No Nordeste, o desempenho da presidente é considerado péssimo por 48%; 21,7% (ruim); 21,7% (regular); 6,7% (bom; e 1,5% (ótimo).

Pessimismo
A pesquisa CNT/MDA també pesquisou qual a perspectiva para os próximo seis meses em cinco áreas: emprego, saúde, renda mensal educação e segurança pública. A maioria dos entrevistados enxerga com pessimismo a evolução nestas áreas.

Para 55,5% dos entrevistados, a situação vai piorar em se tratando do mercado de trabalho, seguido de 15% que acham que vai melhorar, e 27,5% acreditando que ficará igual ao que é encontrado hoje.

Em relação à renda mensal, 33,7% acham que o rendimento vai diminuir, enquanto 50,2% acreditam que ficará igual e 13,8% avaliam que o salário vai aumentar.

Na área da saúde, 47,7% opinaram que a prestação desse serviço irá piorar, enquanto 37,1% acham que vai ficar igual e outros 13,6% afirmam que vai melhorar.

Para 41% dos entrevistados, a educação vai piorar daqui a seis meses, enquanto 42,1% acham que esse setor vai ficar igual ao que está hoje e outros 15,1% acreditam que vai melhorar.

Na área de segurança pública, também os entrevistados estão pessimista em se tratando de melhoria desse serviço com recursos públicos. Para 46,2%, a segurança  vai piorar, enquanto 39,2% acham que vai continuar a mesma coisa e  outros 12,9% acham que vai melhorar.

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