Esporte

Bahia assina posse definitiva da ‘Cidade Tricolor’ em Dias D’ávila

Após longo processo na Justiça para adquirir e assumir o controle da Cidade Tricolor, o Bahia finalmente assinou a posse do CT em Dias D’Ávila, na Região Metropolitana de Salvador, nesta terça-feira (26).

A transmissão de posse foi assinada na nova sala de operações da direção tricolor, na Arena Fonte Nova. Foram entregues 184 chaves do Centro de Treinamentos, além do termo de posse de um terreno vizinho ao Fazendão, no bairro do Jardim das Margaridas.

A posse finalmente acontece após negociação envolvendo Bahia, OAS e a empresa Planner, responsável por tratar da parte financeira do negócio. O processo correu na Justiça de São Paulo.

Para assumir o CT, o tricolor pagou R$ 6,4 milhões em dinheiro e mais um pagamento de R$ 21,7 milhões em Transcons – moeda do setor imobiliário que o clube conseguiu após a desapropriação de sua sede de praia.

Prazo para exploração

Após o Bahia receber o termo de posse do centro de treinamento localizado na região metropolitana de Salvador, a torcida tricolor agora fica na expectativa para saber quando o time deve se mudar para a nova casa. E se de fato fará essa mudança.

De acordo com o presidente Marcelo Sant’Ana, o prazo para realizar todas as obras necessárias para deixar a Cidade Tricolor em bom estado para uso é de até quatro meses.

“A gente começa agora a administrar esse equipamento e precisa ver, com calma e com rigor, as questões estruturais, o que precisa ser feito de obra, o que precisa ser recuperado, nível dos campos, edificações, instalações elétricas e hidráulicas… Pra gente trabalhar com um prazo possível de ser cumprido, a partir do momento que o Bahia tenha a propriedade dos equipamentos, e hoje a gente tem a posse, acredito num período de 3 a 4 meses para poder fazer a mudança em definitivo”, explicou.

Marcelo Sant’Ana também revelou que os sócios-torcedores serão convocados para participar da decisão de administrar – ou não – seus dois CTs. Porém, o presidente afirma que esta definição só será feita após as eleições de dezembro.

“A partir de dezembro, a gente tem um período eleitoral no Bahia. O sócio vai ter que ser chamado pra participar, pra entender o custo de manutenção dos dois equipamentos, qual seria o ônus e o bônus de cada uma dessas decisões. Então, é um cenário que a gente tem que ter mais cautela e acredito não ser viável dar uma posição definitiva dentro desse atual mandato da diretoria, que expira no final do ano”, comentou. (Fonte: ecbahia.com).

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