Política

Donos da Havan e da Smart Fit são suspeitos de financiar fake news e têm sigilos quebrados

A operação da Polícia Federal deflagrada nesta quarta-feira (27), no âmbito do inquérito do Supremo Tribunal Federal (STF) que apura produção de notícias falsas e ameaças à Corte, tem como foco os empresários e financiadores dos disparos de fake news em defesa do governo Jair Bolsonaro.

Luciano Hang (Havan), com Bolsonaro, é acusado de financiar fake news

Nas investigações, constam como nomes dos supostos financiadores: Edgard Corona (Smart Fit), Luciano Hang (Havan), Reinaldo Bianchi Júnior e Winston Rodrigues. A quebra dos sigilos bancário e fiscal dos quatro foi determinada pela justiça. A informação é do portal G1.

Luciano Hang disse, por meio de nota, que está “de consciência tranquila de que jamais” atentou contra ministros do STF.

Sobre a operação

A Polícia Federal cumpre na manhã desta quarta 29 mandados de busca e apreensão em cinco Estados e no Distrito Federal no âmbito do inquérito aberto pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para apurar ataques contra a corte e seus ministros, informou a corporação em nota nesta quarta-feira.

De acordo com a PF, os mandados são cumpridos na capital federal e no Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso, Paraná e Santa Catarina.

As diligências foram determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo, que preside o inquérito, aberto pelo presidente da corte, Dias Toffoli, em março do ano passado para apurar notícias falsas e ameaças contra ministros do tribunal. A abertura do inquérito por iniciativa de Toffoli foi alvo de críticas, já que o comum é que inquéritos sejam abertos pelo Judiciário atendendo a pedidos de outros órgãos.

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