Saúde

Brasil tem maior atualização de mortos desde agosto: 1.242

Os números do balanço desta quarta-feira (6/1) confirmam as previsões de especialistas de aumentos de casos e mortes de covid-19 após as confraternizações de fim de ano. Foram acrescentados mais 1.242 óbitos na atualização do Ministério da Saúde.

Em Manaus, a situação é dramática com a pandemia (Foto: Amazônia Real)

Uma quantidade superior foi computada pela última vez em meados de agosto, no ápice da pandemia, quando foram registradas 1.352 fatalidades. Com isso, o Brasil chega a 198.974 perdas pela pandemia e, caso mantenha o patamar na próxima atualização, pode ultrapassar as 200 mil mortes já nesta quinta-feira (7/1).

Dentro do Brasil, apenas três estados não ultrapassaram a barreira das mil mortes pela covid-19. Amapá, Acre e Roraima já confirmaram, respectivamente, 950, 814 e 789 casos fatais. Enquanto isso, do outro lado da tabela, com mais de 10 mil óbitos estão os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Ceará com 47.511, 26.068 e 12.211 e 10.056 mortes, nesta ordem.

O acréscimo de casos também preocupa. Foram mais 63.430 confirmações nas últimas 24 horas, fazendo o país chegar a 7.873.830 resultados positivos para a covid-19 desde o início da pandemia. Por outro lado, o número de recuperados ultrapassou os sete milhões (7.036.530), o que representa 89,4% dos infectados. No país, 638.326 pessoas que contraíram a doença continuam sendo acompanhadas, ou seja, 8,1% do total de positivos para a doença.

Média móvel 

A média móvel de casos e mortes tem oscilado nos últimos dias. De acordo com análise do Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass), o Brasil confirma, em média, 35.422 infecções e 683 mortes por dia.

Já a taxa de transmissão brasileira continua em níveis de descontrole. Pelo levantamento do Imperial College de Londres, o índice está em 1,04, ou seja, cada 100 doentes têm capacidade de infectar outras 104 pessoas saudáveis. O valor da taxa deixa o país entre os 25 piores em relação ao contágio no mundo.

A taxa de transmissão é um dos indicadores que ajuda no controle da epidemia, mas, para se manter baixo, precisa estar alinhado com outros elementos, como números de novos casos e óbitos, taxa de ocupação de leitos, e dados de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag). Informações do Correio Braziliense.

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