Saúde

Brasil ultrapassa a marca de 500 mil mortes pela Covid-19

Neste sábado, 19, o Brasil superou a marca de 500 mil mortes em decorrência da pandemia da Covid-19, segundo o consórcio de veículos de imprensa, que utiliza dados fornecidos pelas secretarias de Saúde, o Brasil possui 500.022 mortos pela doença. Desde o início da pandemia, já são 17.822.659 casos registrados no país.

O Brasil ultrapassou a marca das 500 mil mortes por Covid-19. (Foto: Michael Dantas / AFP)

Os números registrados neste dia 19 de junho serão ainda maiores, já que apenas Ceará, Pernambuco, Bahia, Goiás, Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, São Paulo e Tocantins divulgaram atualizações em seus números. Os outros estados ainda deverão divulgar novos números da pandemia neste sábado.

O intervalo entre as marcas de 400 mil e 500 mil mortes foi de 51 dias, em um comparativo com o início da pandemia, o país levou quase cinco meses entre a primeira morte e a marca de 100 mil óbitos, já entre 100 mil e 200 mil mortos, o intervalo foi de quatro meses. A crescente dos números mostra a velocidade e a força de propagação do vírus no país. O intervalo entre as marcas de 300 mil e 400 mil mortes foi de apenas 36 dias, entre 200 mil e 300 mil o período foi de 76 dias.

Segundo os dados fornecidos pelo Governo do Estado do Ceará, por meio da plataforma IntegraSUS, o Estado já possui mais de 22 mil mortos por Covid-19, com mais de 860 mil casos registrados. Por meio das redes sociais, o governador Camilo Santana (PT), lamentou a marca atingida no país.

“Minha solidariedade às famílias das mais de 500 mil vidas perdidas na pandemia. Que as profundas feridas deste momento sejam transformadas em força e coragem para nosso povo superar toda dor e lutar para ter de volta o nosso Brasil, justo e solidário. Nenhum mal dura para sempre!”, disse o governador.

A marca de 500 mil mortos é registrada no dia em que brasileiros de todas as regiões estão indo às ruas para protestar contra o Governo Federal. Em sua maioria, os manifestantes pedem a saída de Jair Bolsonaro da presidência, além de mais celeridade no processo de vacinação. (Fonte: O Povo).

To Top
%d blogueiros gostam disto: