História

História do São João: Flávio José, Alcymar e Adelmario Coelho mantêm viva a chama do ‘forró raiz’

Montagem de fotos Adelmário Coelho, Alcymar Monteiro e Flávio José | Crédito da foto / Reprodução Internet

FLÁVIO JOSÉ

Flávio José | Crédito foto / Reprodução Internet

Flávio José Marcelino Remígio nasceu em Monteiro na Paraíba, em 1 de setembro de 1951, é um cantor, compositor e sanfoneiro brasileiro.

Intérprete de músicas tradicionais do forró pé-de-serra nordestino, seus principais sucessos são “Caboclo Sonhador”, “Tareco e Mariola” e “Caia Por Cima de Mim”.

Iniciou-se como cantor desde 5 anos de idade e tem como principais influências Luiz Gonzaga e Dominguinhos.

Conhecido como o “Rei do Xote”

Discografia

Em sua carreira artística já acumula cerca de 4 discos de Vinil, sendo que o seu primeiro surgiu em 1977 ‘Só Confio em Tu’ e 24 CDs, sendo que o seu último sucesso teve lançamento em 2015 ‘Toque o Pé’.

Flávio José 2019 toca e canta no ‘Festival Viva Dominguinhos’ | Reprodução YouTube

ALCYMAR MONTEIRO

Alcymar Monteiro ataca Marília Mendonça: "galinha aqui não canta, não" -  Blog do Suetoni Souto Maior
Alcymar Monteiro | Crédito foto: Reprodução Internet

Antônio Alcymar Monteiro dos Santos nasceu em Aurora, no estado do Ceará em 13 de fevereiro de 1950, é Cantor, Arranjador e Compositor Brasileiro de Forró, Baião, Arrasta-pé, Xote, Vaquejada, Romântico, Maracatu, MPB e Frevo.

É considerado um dos grandes intérpretes da música nordestina, mais especificamente do Forró tradicional, sendo conhecido como o Rei do Forró.

Começo da Carreira

O cantor e compositor Alcymar Monteiro nasceu no distrito de Ingazeiras, em Aurora, no Ceará, e se mudou para Juazeiro do Norte, onde passou sua infância. Neto de violeiro, sobrinho de sanfoneiro e começou a cantar aos cinco anos. Filho de Artur Monteiro dos Santos e Maria Fernandes dos Santos. Estudou música no Conservatório Alberto Nepomuceno, em Fortaleza. Porém foi em Recife, no começo da década de 70 onde conseguiu uma oportunidade pessoal e artística morando na casa do cantor Reginaldo Rossi, conseguindo dar o primeiro passo na carreira. Com apoio de artistas da época Alcymar conseguiu se destacar no cenário musical, fazendo parcerias em músicas, composições e produções.

Pesquisador dos ritmos nordestinos, Alcymar faz um trabalho versátil sem perder o foco na autêntica música nordestina. Em mais de quatro décadas de carreira já teve suas músicas gravadas por grandes nomes da MPB como Zé Ramalho, Alceu Valença e Fagner. Já fez duetos com Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Elba Ramalho, Marinês, Tânia Alves, Genival Lacerda entre outros.

Alcymar e o “Rei do Baião” | Reprodução YouTube

Em 1975 decidiu fazer as malas e tentar ganhar a vida em São Paulo. A sua fama nacional veio anos após, com os álbuns “Forroteria” em 1986 – em que teve a honra de gravar com Luiz Gonzaga e Marinês – “Portas e Janelas” em 1987 e “Rosa dos Ventos” em 1989. Nesse período, fez parte do elenco de estrelas de três grandes gravadoras: RGE, Continental e Warner.

Assim como os seus contemporâneos Oswaldinho, Flávio José, Assisão, Jorge de Altinho e outros, Alcymar Monteiro é um artista que agregou novos elementos ao forró. As mudanças ocorreram na instrumentação (acrescentou percussões, metais, novos vocais, etc.), na forma musical (adição de vocalizações, coro com vozes do próprio cantor), nos arranjos (ampla diversificação instrumental em vários discos e shows), no figurino (estabelece a cor branca como base do seu figurino, em contraponto às tonalidades do couro estabelecida por Luiz Gonzaga), na interpretação, nos ritmos, na performance e nas temáticas das letras (busca uma leitura mais abrangente do Nordeste, não se reportando apenas ao Sertão, mas estendendo-se às manifestações culturais de diversos estados nordestinos).

Tribuna do Norte - Forró pra tirar o chapéu
Crédito da foto: Reprodução da Internet

A voz de Alcymar Monteiro entoou composições de nomes como Luiz Gonzaga, Humberto Teixeira, Zé Dantas, Milton Nascimento, Paulo Vanzoline, Jobert Carvalho, Raul Seixas, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Chico Buarque, Fagner, Lupicínio Rodrigues, Fausto Nilo, Catulo da Paixão Cearense, Petrúcio Amorim, Maciel Melo e João Paulo Jr.

João Paulo Jr. é seu irmão e parceiro mais longevo em autorias de músicas de sua carreira.

Carreira Internacional

Em 2001, apresentou-se no Festival de Montreaux, na Suíça, Festival Latino Americana em Milão na Itália, em Imst na Áustria, Laussane e Zurich na Suíça e na Côted’azur na França. Também cantou no Festival da Colheita, na Bélgica, e nas cidades francesas de Nice, Saint Tropez, Lyon e Paris.

Prêmios e Troféus

Alcymar Monteiro foi duas vezes indicado ao Prêmio Sharp de música com o CD – “Vaquejadas Brasileiras Vol.1”.

Em 2001, este trabalho foi lançado na Europa, através da gravadora francesa, Melody. Foi o primeiro disco de Alcymar lançado fora do Brasil.

Em 2005, também teve indicação ao Prêmio TIM em três categorias: melhor disco, melhor música e melhor cantor, todas pelo álbum – “Meu Forró é meu Canto”.

Em 2007 foi indicado ao Grammy Latino com o álbum – “Forró Brasileño”, disco no gênero Forró, cantando em espanhol, no que fez com que o artista tivesse uma maior abrangência e prestígio internacional.

Alcymar Monteiro - Ministro da Cultura, Marcelo Calero, Alcymar Monteiro,  dona Marcela Temer, primeira-dama e o presidente Michel Temer na cerimônia  de entrega da Ordem do Mérito Cultural. Foto: Agência Brasil |

No final de 2016 recebeu de Michel Temer e do Ministro da Cultura Marcelo Calero a medalha OMC (Ordem do Mérito Cultural), na categoria Comendador.

Em julho de 2017 recebeu o Troféu Melhores do São João através do Portal São João na Bahia e Jornal Correio, vencendo em duas categorias: Melhor Forrozeiro do São João e Melhor Show do São João 2017.

Vaquejada

Homem atira pedras em palco durante show na BA, atinge bailarina no rosto e  cantor se irrita: 'Ignorante' | Bahia | G1
Alcymar Monteiro em show | Crédito da foto: Reprodução Internet

No entanto, Alcymar Monteiro não se restringe à música; ele tem sido também um corajoso ativista político no mercado nordestino. Tudo começou nos anos 1990, quando Alcymar tornara-se o que podemos chamar de porta-voz das vaquejadas que despontavam como uma das mais populares manifestações em todo o Nordeste e em outras regiões do Brasil.

Polêmicas

Forró Tradicional x Forró Eletrônico

Após ter fornecido músicas para o primeiro disco da banda Mastruz com Leite, Alcymar Monteiro afirma ter percebido que caiu numa cilada. A SomZoom, empresa do cearense Emanuel Gurgel, proprietário da Mastruz com Leite e de várias outras bandas, passou a dominar, monopolizar e até a cartelizar o mercado da música nordestina, inclusive os circuitos de vaquejada, eventos nos quais Alcymar Monteiro figurava como principal atração.

A banda Mastruz com Leite e, logo em seguida, a SomZoom surgiram no início da década de 1990, num momento em que o forró estava órfão de Luiz Gonzaga (falecido em 1989). O forró passava por um difícil momento no mercado brasileiro, mas mantinha uma multiplicidade sonora construída em décadas anteriores. Aproveitando a oportunidade, a SomZoom de Emanuel Gurgel acumulou um aparato industrial que, além das bandas de baile voltadas para o forró, reuniu: estúdio de gravação, cadeia de rádio com produção centralizada de conteúdo e transmissão via satélite, selo (gravadora), fábrica de amplificadores, casas de shows e – segundo muitos artistas lesados – a ilicitude que, infelizmente, já é “endêmica” no meio empresarial brasileiro. Com esse arsenal, Emanuel Gurgel estabeleceu uma enorme reserva de mercado, de modo que os diversos artistas nordestinos se sentiram lesados e espoliados, incluindo os compositores que não recebiam os devidos royalties e aqueles que recebiam inadequadamente.

Em 2 de abril de 1992, o Jornal O Povo (Fortaleza – CE) publicou uma matéria intitulada “Artistas cearenses denunciam pirataria”, na qual mais de dez artistas daquela cidade se manifestaram e acusaram Emanuel Gurgel de ter cometido vários atos ilícitos. Mas até então, os reclamos não repercutiam muito.

A homogeneização musical colocada em curso pela SomZoom e por outras empresas que surgiram no seu encalço prejudicou incisivamente a diversidade musical que o forró vinha configurando. Foi nessa conjuntura que Alcymar Monteiro lançou a sua primeira carta aberta contra as chamada bandas de forró eletrônico, então lideradas pela Mastruz com Leite, as quais produzem o que Alcymar considera “um forró lambadeado, mal tocado, mal cantado, que não vale um tostão furado”. Indo além da desmensurada exploração do mercado de música e a espoliação dos artistas e músicos em geral, as bandas de forró também foram acusadas de produzirem letras de “baixo calão” e de terem “desfigurado” o forró cultural e musicalmente. Os discos e shows das bandas seguiam fórmulas cada vez mais homogêneas, em detrimento da heterogeneidade sonora de artistas que primam por uma peculiaridade autoral, a exemplo de Alcymar Monteiro.

A reação contundente de Alcymar Monteiro ecoou fortemente na mídia, no mercado e na cadeia significativa da música nordestina, alcançando também as páginas de revistas de circulação nacional. Vários jornalistas, intelectuais, e artistas, como Dominguinhos (reconhecido como principal seguidor de Luiz Gonzaga), passaram a questionar as bandas de forró e a instalar uma discussão no contexto forrozeiro. Mais tarde, surgiriam várias associações em defesa do forró tradicional e de espaços para essa música.

Desse modo, Alcymar Monteiro é um dos pioneiros que envidaram um questionamento às bandas de forró e que fizeram emergir posteriormente a bipolarização ‘forró tradicional (ou forró pé-de-serra) versus forró eletrônico’. Sua voz contra as bandas e em defesa da música tradicional nordestina costuma ser corajosamente impetrada nos palcos de muitos eventos dos quais ele participa. E a sua coragem não se esgota na luta contra as bandas de forró.

Cachê Atrasado

Em fins de 2015, Alcymar Monteiro publicou uma carta aberta “À comunidade artística de Pernambuco”, dirigindo-se diretamente ao Governador de Pernambuco, a quem responsabiliza pelos “descasos” com os artistas pernambucanos. A carta foi motivada pelo fato de que o Governo do Estado tem atrasado em mais de 6 meses o pagamento dos cachês do próprio Alcymar e de muitos dos artistas locais (alguns artistas não recebem há anos). Por outro lado, como Alcymar assevera, os artistas de outros estados (principalmente os da região Sudeste, que são considerados “nacionais”) recebem um tratamento diferenciado por parte do Governo de Pernambuco, ou seja, recebem os seus cachês antecipadamente ou logo após as suas apresentações. Essa última carta aberta repercutiu em jornais pernambucanos, nas rádios e nas redes sociais.[6] Alcymar tornou-se um porta-voz de muitos artistas que são subjugados pelo “descaso” dos governantes pernambucanos, mas não se sentem encorajados a denunciar por receio de retaliação. Alcymar Monteiro é um artista cuja performance extrapola a transformação política provocada pela arte e alcança a transformação artística levada a cabo pela agência política.

São João

Em 2016 o forrozeiro Alcymar Monteiro se manifestou varías vezes sobre o seu afastamento do festival de São João de Caruaru. O cantor afirmou que estava de fora da festa pelo terceiro ano consecutivo que ele não integrará a grade da festa junina do Agreste pernambucano, considerada uma das maiores do Brasil. “é injusto reconfigurar o São João da Capital do Forró. Tirem a estátua de Luiz Gonzaga do parque de eventos, porque lá não, não é lugar para festival de horrores, e sim um festival autêntico, com direito a milho, canjica, pamonha… E tudo que se refere ao verdadeiro São João: zabumba, triângulo e sanfona”,” O que estão fazendo com o são joão é terrível”, disse ele.

No ano de 2017 Alcymar voltou a ser alvo de polêmicas envolvendo as festas de São João. A cantora Marilia Mendonça se pronunciou em um show rebatendo a uma crítica da cantora Elba Ramalho sobre a invasão dos sertanejos em redutos tradicionais do forró, como Campina Grande e Caruaru dizendo: “vai ter sertanejo no São João, sim!”. Em confronto um áudio, postado em um grupo fechado a cantores de forró no Whatsapp e depois vazado na internet, Alcymar Monteiro diz; “Essa senhora não tem autoridade para falar nada. Como é que ela vem falar que aqui é lugar de sertanejo? Isso é um ‘breganejo’ horroroso para cachaceiro, para quem não tem identidade. Quem tá falando é Alcymar Monteiro”, diz o cantor no áudio. “Dona Marília Mendonça, você é lá de Goiás. Vá cantar lá no seu Goiás. Não vem encher o saco da gente aqui, não, entendeu? (…) Você vem lá de Goiás invadir nossa praia. Agora vê se a gente canta lá no teu Goiás. Vocês não deixam!”.

Discografia

Suas obras ganham vida no ano de 1980, com a obra ‘Nossas Vidas, Nossa Flores’, contabilizando 54 CDs, sendo que seu último se deu em 2020 com a obra ‘Fogueiras e Paixões’.

ADELMARIO COELHO

Adelmario Coelho | Crédito da foto: Reprodução Internet

Biografia

Adelmario Coelho nasceu no dia 19 de agosto de 1953 em Barro Vermelho – distrito de Curaçá no norte da Bahia e antes de ganhar notoriedade como um dos maiores forrozeiros do Brasil, já trabalhou no Pólo Petroquímico de Camaçari, foi motorista de táxi e possui em seu currículo uma trajetória de lutas e conquistas.

Sem patrocínio e sem banda de apoio, gravou em Caruaru – PE, um disco experimental e uma música de sua autoria, chamada “Barro Vermelho e sua realidade”, que é uma singela homenagem à sua terra. O proprietário do estúdio, Sr. Edson Lima entrou em contato com o compositor Onildo Almeida que contribuiu com algumas composições para seu primeiro disco ainda em vinil, gravado em 1994, com o título “No Balanço do forró”.

No ano de 1995, o cantor deu um grande passo na sua trajetória musical com o lançamento do álbum “Não fale mal do meu país”, tema que intitula a música de trabalho deste CD que alavancou a carreira do artista.

Reprodução YouTube

Seu nome ficou também conhecido através de um acidente que a princípio poderia significar um prejuízo irreparável, mas que abriu as portas definitivamente para que suas músicas fossem ouvidas no país inteiro. O carro que transportava seu disco tombou próximo à cidade de Eunápolis, Bahia, e foi saqueado. Foi perdida toda a produção de três mil cópias que haviam sido prensadas, restando apenas o original. Nas mãos dos camelôs e saqueadores, o disco foi copiado, vendido e ganhou espaço nas rádios do Nordeste, sendo uma das mais tocada naquele ano.

Com o álbum “Adelmario Coelho Ao Vivo” lançado no ano de 2000, o forrozeiro conquistou o segundo lugar dos CDs mais vendidos na Bahia. Na sequência, o álbum “Adelmario Coelho Acústico – Visita ao Trio Nordestino 1” vendeu mais de 300 mil cópias, ocupando o 24º lugar entre os discos mais vendidos no Brasil.

Participa todos os anos da programação junina das maiores praças do nordeste a exemplo de Campina Grande – PB, Caruaru – PE, Aracaju – SE, Bahia, dentre outras. Já foi assistido por mais de 1 milhão de pessoas durante suas turnês. Sua carreira registra mais de 1000 shows realizados e ultrapassa a faixa de 1 milhão de CDs vendidos.

Preocupado com as questões sociais, o cantor participa de campanhas beneficentes em prol de instituições como o NASCI, Hospital Martagão Gesteira e Aristides Maltez. Também apoia cedendo sua imagem campanhas de conscientização e prevenção, tais como campanha do Ministério da Saúde em combate a AIDS e doação de sangue realizada pelo HEMOBA.

CHAPÉU DE COURO ADELMÁRIO COELHO , PERSONALIZADO,
Crédito foto | Reprodução Internet

O carinho dos seus fãs durante toda sua trajetória rendeu-lhe homenagens e reconhecimentos a exemplo dos títulos de Cidadão Soteropolitano, Aracajuano e Juazeirense.

Atualmente Adelmario Coelho é considerado um dos maiores forrozeiros do Brasil, por conservar o verdadeiro forró pé-de-serra e representar as manifestações do nordeste em suas apresentações pelo Brasil afora, inclusive no exterior. É proprietário juntamente com sua família, da Produtora Grupo Coelho Entretenimento, que ao longo dos anos vem destacando-se neste mercado em Salvador.

O artista lançou em maio de 2012 o livro Adelmario Coelho e a Cultura Nordestina, que relata sua experiência de vida e propõe fortalecer a imagem do povo nordestino, além de dar maior visibilidade à cultura da região. Ainda lançou o CD em homenagem ao Rei do baião, Abrindo o Baú de Luiz Gonzaga, onde gravou as 20 canções menos conhecidas do grande público na voz do inesquecível Lua.

Adelmario Coelho
Divulgação do lançamento do livro ‘Adelmario Coelho E A Cultura Nordestina’ | Crédito da foto: Reprodução da Internet

No ano de 2014, o cantor completa 20 anos de carreira, com 20 CDs lançados, 2 DVDs e 1 vinil. Para comemorar especial data, Adelmario lança o Cd “Revirando as Gavetas”, onde faz uma releitura de sucessos que o acompanharam ao longo desta trajetória.

O sucesso na carreira do artista é resultado de um longo trabalho que encanta gerações e o reconhecimento vem através do título de “Forrozeiro do Brasil”, como é carinhosamente chamado por seus seguidores. A solidez da carreira do cantor culminou em sua primeira turnê internacional pela Europa no final de 2011, sucesso esse que foi repetido em fevereiro e agosto de 2013 em sua segunda e terceira turnê internacional.

Discografia

Surge no mundo da música profissional no ano de 1994 com a obra ‘No Balanço do Forró’ em LP e mais 18 CDs, sendo que seu último foi um CD em acústico como um tributo a Luiz Gonzaga ‘Abrindo o Baú de Luiz Gonzaga’.

Reprodução YouTube

(Fonte: Wikipédia)

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