Política

Itamaraju – Processo que pode cassar Dílson Santiago será votado hoje à tarde

Além das últimas articulações políticas dando conta da sua suposta renúncia para candidatar-se a deputado estadual, o prefeito de Itamaraju, Dílson Batista Santiago (PT) que foi cassado por decisão da justiça local e só se mantém na chefia do executivo graças a uma liminar, deverá ter definitivamente o seu futuro político decidido na tarde desta quinta-feira (25).

O processo que pede a cassação do seu mandato e do vice-prefeito Pedro da Campineira (PHS) está previsto para ser votado no Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

Esta decisão deveria ter sido tomada na sessão no pleno do TRE na quarta-feira do último dia 24 de fevereiro, mas o juiz revisor do processo, Maurício Vasconcelos, alegou foro íntimopor já ter advogado no passado para o então prefeito de Itamaraju, Tassizo Carletto.

O processo que pede a cassação do mandato eletivo do prefeito Dílson Santiago e Pedro da Campineira foi movido pela coligação “A hora e a vez de Itamaraju, encabeçada por Marizete Carletto (PSL) nas eleições municipais de 2008 por acusação de práticas irregulares durante o pleito eleitoral.

Entenda o processo

O prefeito Dílson Batista Santiago (PT) foi cassado do cargo no dia 14 de maio de 2009, em decisão proferida pela então juíza de Itamaraju, Jeine Vieira Guimarães, que acatou ação movida pela coligação “A hora e a vez de Itamaraju”, encabeçada por Marizete Carletto (PSL), segunda colocada no pleito eleitoral.

Ela acusou o prefeito de praticar irregularidades nas eleições de 2008, incluindo transporte ilegal de eleitores para um comício na Praça Castelo Branco, com a presença do governador Jaques Wagner. Todos os ônibus de linhas regulares da cidade foram liberados para o transporte de eleitores.

Para permanecer no cargo Dílson Santiago recorreu ao TER, onde conseguiu uma liminar. Agora, com o julgamento do processo, que deve acontecer nesta quinta-feira (25), independentemente da decisão, só restará para as duas partes a instância maior do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).  

Se Dílson Santiago perder no TRE, caem ele e o seu vice Pedro da Campineira (PHS), que teriam de deixar os seus cargos para recorrer à Brasília.

Com informações do Teixeira News

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